Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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recordações

derivação fem. pl. de recordarrecordar
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re·cor·dar re·cor·dar

- ConjugarConjugar

verbo transitivo

1. Fazer vir à memória. = LEMBRAR, REMEMORARDESLEMBRAR, ESQUECER, OBLITERAR, OLVIDAR

verbo intransitivo

2. [Antigo]   [Antigo]  Acordar.

verbo pronominal

3. Lembrar-se.


re·cor·da·ção re·cor·da·ção


nome feminino

1. Acto ou efeito de recordar.

2. Memória, lembrança; mimo; presente.

3. Objecto que faz relembrar.

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Dúvidas linguísticas


Estou em dúvida quanto a acentuação gráfica das seguintes palavras: côa (verbo) e coa. Gostaria de saber porque uma é acentuada e a outra não e seus respectivos significados. Gostaria também de outros dois exemplos semelhantes, podem ser paroxítonas.
Na ortografia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990, nomeadamente segundo o Acordo Ortográfico de 1945, para o português europeu e segundo o Formulário Ortográfico de 1943, para o Brasil, as palavras com vogal tónica fechada homógrafas de palavras sem acentuação própria devem ser grafadas com acento circunflexo.

Assim, a palavra côa (flexão do verbo coar e nome feminino) deve escrever-se com acento circunflexo para se distinguir da contracção coa (contracção, hoje em dia pouco usual, da preposição com e do artigo definido ou pronome demonstrativo a). Esta regra aplica-se também, por exemplo, aos casos dos pares de palavras pêlo / pelo, pêra / pera e pôr / por.

As "palavras sem acentuação própria" referidas nestes textos legais correspondem geralmente a palavras gramaticais (como preposições ou contracções), que se considera serem átonas e integrarem fonologicamente a palavra que se segue (ou que antecede). Este critério parece ser deficiente, uma vez que algumas destas palavras podem ter acentuação própria (é o caso do par formado pelo advérbio e conjunção como e pela forma como do verbo comer, excluído desta regra pelo texto do Acordo Ortográfico).

A aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, nomeadamente na Base IX, 9.º, muda estes casos, retirando-lhes o acento gráfico (à excepção do caso de pôr, que mantém o acento). Assim, deixa de haver distinção gráfica entre para e pára, pelo e pêlo, pêra e pera, etc.

Esta alteração ortográfica também se aplica a um topónimo como Foz Côa.




Na toponímia da freguesia de S. João das Lampas, concelho de Sintra, existe uma localidade que se chama A-dos-Eis. Qual será a etimologia ou a razão de ser de tão estranha como curiosa designação?
A expressão A de (ou do, dos, da, das) faz parte de inúmeros topónimos portugueses. Segundo José Pedro Machado (Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa, Lisboa, Livros Horizonte, 2003, p. 47), essa expressão é equivalente a Propriedade/Terra de…, sendo o elemento seguinte geralmente um antropónimo (nome, apelido, alcunha) ou um designativo de profissão (ex.: A de Geraldo, A do Almeida, A da Gorda, A dos Cunhados). Assim sendo, no caso em questão, Eis poderá designar o patronímico pertencente à família que deteria a posse daquelas terras.
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Palavra do dia

nhur·ro nhur·ro


(origem obscura)
adjectivo e nome masculino
adjetivo e nome masculino

1. [Portugal, Informal, Depreciativo]   [Portugal, Informal, Depreciativo]  Que ou o que é pouco inteligente. = BURROESPERTO

2. [Portugal, Informal, Depreciativo]   [Portugal, Informal, Depreciativo]  Que ou o que é muito teimoso. = CABEÇUDO, TURRÃO

nome masculino

3. [Antigo, Regional]   [Antigo, Portugal: Regionalismo]  Pataco falso.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/recorda%C3%A7%C3%B5es [consultado em 19-06-2021]