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poético-filosófico

poético-filosóficopoético-filosófico | adj.
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poético-filosófico poético-filosófico


adjectivo
adjetivo

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parte dos pensadores indígenas têm escrito e militado em língua portuguesa, sua arte/arma de luta, não deixando de trazer para o exercício filosófico suas riquezas poéticas. A pergunta é complexa, desafiadora e difícil de ser respondida, mas não podemos nos furtar de fazê-la: Como o pensamento poético e

Em Baú de Fragmentos: Enchendo esse mundo de causos

pensamento poético e crítico- filosófico em seus estudos sobre imagem: “Para saber hay que imaginarse” (2004, p. 17). [2] Naturalmente, a distância entre Schelling e as culturas originárias como aquelas que fundamentam um pensar afro-ameríndio é grande. Mitologia pode significar coisas diferentes para suas

Em Baú de Fragmentos: Enchendo esse mundo de causos

vai construindo numa ziguezague que me atrevo a designar como poético . Assim, por um lado, o efeito de verdade das imagens das manifestações é perturbante — como limite, surge mesmo um longo plano fixo, registado por uma câmara de vigilância, em que vemos alguns elementos da polícia a agredir, à

Em sound + vision

busca incessante, ou mesmo delirante, nessa força feita de energia invisível? Será quem sabe nos vários desdobramentos de outras personagens com que se cruza? Cada qual mais surpreendente, nesses vários inesperados cruzamentos? Saber não será preciso, mas sentir sim: a pulsação, o ritmo, quase poético

Em Literatura e Arte

, decerto o maior hermeneuta vivo do nosso universo filosófico e cultural, não só português mas, mais amplamente, lusófono, como mais recentemente se comprova pelos três livros editados, neste último ano, com a chancela do MIL: A Vida Imaginada: Textos sobre Teatro e Literatura (2020); Interrogação e

Em NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI
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Dúvidas linguísticas


Qual é o diminutivo da palavra foto? Esse diminutivo é masculino ou feminino?
A adjunção de sufixos diminutivos não altera as propriedades morfossintácticas do derivante, que são herdadas pelo derivado. Assim, por exemplo, os sufixos -inho e -zinho alteram apenas a informação semântica (o juízo de valor que se faz sobre a forma de base a que se juntam), mantendo a mesma categoria sintáctica e o mesmo género do derivante: quando se associam a um adjectivo geram um adjectivo (moderno/a - moderninho/a - modernozinho/a), quando se associam a um nome geram um nome (papel - papelinho - papelzinho) e quando se associam a um advérbio geram um advérbio (devagar - devagarinho - devagarzinho).

Tradicionalmente, os sufixos -inho e -zinho são considerados o mesmo, sendo a consoante -z- encarada como um elemento de ligação, pelo que a forma -zinho é tida como uma variante de -inho. No entanto, o seu emprego é distinto, já que se associam a diferentes formas de base, o que faz deles mais do que meras variantes. O sufixo -inho associa-se a radicais, mantendo sempre a vogal da forma de base no caso de palavras de tema em -a ou -o (ex.: um livro - um livrinho; uma caneta - uma canetinha; um pijama - um pijaminha; uma tribo - uma tribinho) e, no caso de palavras de tema em -e ou de tema nulo, substituindo a vogal da forma de base por -a e por -o, consoante os valores de feminino e masculino, respectivamente, da palavra de base (ex.: um sabonete - um sabonetinho; uma semente - uma sementinha; um anel - um anelinho; uma espiral - uma espiralinha). O sufixo -zinho associa-se a palavras (e não a radicais), mantendo a vogal temática de acordo com o género da palavra de base (ex.: um livro - um livrozinho; uma caneta - uma canetazinha; um pijama - um pijamazinho; uma tribo - uma tribozinha; um sabonete - um sabonetezinho; uma semente - uma sementezinha; um anel - um anelzinho; uma espiral - uma espiralzinha). O mesmo é válido para os sufixos -ito e -zito.

Posto isto, o substantivo feminino foto (redução de fotografia) pode apresentar vários diminutivos, consoante os sufixos usados, sendo todos femininos: uma foto - uma fotinho, uma fotozinha, uma fotito, uma fotozita. Não há muitos substantivos femininos terminados em -o (para além de foto e tribo, a lista inclui expo (redução de exposição), imago, libido, moto, virago e pouco mais) e o seu uso no grau diminutivo não é dos mais frequentes, o que justifica as hesitações e, por vezes, as incorrecções de alguns falantes.




Apesar de ter lido as várias respostas sobre o assunto, ainda me restam duas dúvidas quanto ao hífen: carbo-hidrato ou carboidrato? Uma vez que contra-ataque tem hífen, o correto é escrever contra-indicação em vez de contraindicação?
A aposição prefixal de elementos de composição de palavras começadas por h suscita geralmente dúvidas, devido ao facto de as regras para a manutenção ou elisão do h não serem coerentes nem inequívocas.

Se com alguns elementos de formação o h se mantém (sempre antecedido de hífen, como em anti-higiénico, co-herdeiro ou sobre-humano), com outros, como é o caso de carbo-, a remoção do h é permitida. Sendo assim, e seguindo os critérios da tradição lexicográfica, deverá grafar-se carboidrato e não carbo-hidrato.

Segundo o Acordo Ortográfico de 1945, o elemento de composição contra- apenas se hifeniza quando precede elemento começado por vogal, h, r ou s (ex.: contra-argumento, contra-indicação, contra-harmónico, contra-reforma, contra-senha).

Com a aplicação do novo Acordo Ortográfico de 1990 (ver base II e base XVI), o elemento de composição contra- apenas se hifeniza quando precede elemento começado por h ou por a, a mesma vogal em que termina (ex.: contra-harmónico, contra-argumento), aglutinando-se nos restantes casos, havendo duplicação da consoante quando o elemento seguinte começa por r ou s (ex.: contraindicação, contrarreforma, contrassenha).

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Palavra do dia

per·ca·li·na per·ca·li·na


(francês percaline)
nome feminino

Tecido de algodão, leve e lustroso, empregado sobretudo em forros e em encadernações de livros.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/po%C3%A9tico-filos%C3%B3fico [consultado em 20-01-2022]