Pesquisa nas Definições por:

    estalidado

    crepitação | n. f.

    Ruído do combustível que lança faúlhas....


    estalido | n. m.

    Estalo agudo; crepitação; ruído do que estala; estridor....


    clique | n. m.

    Leve ruído, seco e claro....


    mufete | n. m.

    Prato típico da cozinha angolana, composto por peixe grelhado, acompanhado por mandioca, banana-pão ou batata-doce, com molho à base de azeite, vinagre, malagueta, cebola e sal (ex.: mufete de cacusso)....


    clicar | v. tr. | v. intr.

    Pressionar um dos botões do rato ou do teclado....


    castanheta | n. f. | n. f. pl.

    Estalido dado com os dedos maiores e o polegar....


    estalejar | v. tr. e intr.

    Fazer estalar ou dar repetidos estalos ou estalidos....


    trinco | n. m.

    Estalido dado com os dedos....


    estralejar | v. intr. | v. tr.

    Dar muitos estalos....


    tris | n. m.

    Onomatopeia com que se exprime o estalido do vidro....


    castanhola | n. f. | n. f. pl.

    Estalido produzido pelas cabeças dos dedos polegar e médio. (Mais usado no plural.)...



    Dúvidas linguísticas


    Por gentileza, gostaria de pedir a retirada dos comentários sobre o sexo forte e o fraco que consta na definição da palavra sexo. Justifico o meu pedido dizendo que as frases parecem machistas, depreciativa no caso feminino, e é um equívoco dizer que o sexo feminino é fraco ou frágil.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.