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classificada

-taxia | elem. de comp.

Exprime a noção de arranjo, ordem ou classificação (ex.: biotaxia)....


belida | n. f.

Mancha semitransparente ou opaca na córnea, que pode ser classificada como nefélio (ou nubécula), albugem (ou albugo) ou leucoma, consoante a espessura e opacidade....


gabarito | n. m.

Modelo, em tamanho natural ou por escala, de certas peças de um navio....


medalha | n. f.

Peça de metal com efígie ou emblema gravado....


somatótipo | n. m.

Cada um dos tipos de classificação do corpo humano segundo a sua estrutura física....


somatotipia | n. f.

Classificação do corpo humano segundo a sua estrutura física....


endomorfia | n. f.

Tipo de classificação do corpo humano com uma estrutura física tendencialmente caracterizada pelo arredondamento das curvas corporais....


mesomorfia | n. f.

Tipo de classificação do corpo humano com uma estrutura física tendencialmente caracterizada pelo relevo muscular....


ectomorfia | n. f.

Tipo de classificação do corpo humano com uma estrutura física tendencialmente caracterizada pela magreza....


táxon | n. m.

Unidade de um sistema de classificação científica....


sistemática | n. f.

Ciência que descreve e classifica os seres vivos....


sistemata | n. 2 g.

Pessoa que segue, estuda ou cria um sistema de classificação....


hieronímia | n. f.

Estudo e classificação dos nomes próprios ligados às religiões....


idiomografia | n. f.

Ciência que estuda, descreve e classifica os idiomas....


accessit | n. m.

Classificação imediatamente inferior ao prémio propriamente dito....


colhedeira | n. f.

Espátula com que os pintores juntam as tintas moídas....


hierarquia | n. f.

Subordinação de certos poderes uns aos outros....


histotaxia | n. f.

Classificação das pautas segundo os seus tecidos....



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber qual é a diferença entre haver e ter, quando estes verbos são utilizados como auxiliares: eu tinha dito/eu havia dito, ele tinha feito/ele havia feito. Também gostaria de saber se há diferença entre o português luso do português do Brasil.
Os verbos ter e haver são sinónimos como auxiliares de tempos compostos e são usados nos mesmos contextos sem qualquer diferença (ex.: eu tinha dito/eu havia dito); sendo que a única diferença é a frequência de uso, pois, tanto no português europeu como no português brasileiro, o verbo ter é mais usado.

Estes dois verbos têm também uso em locuções verbais que não correspondem a tempos compostos de verbos e aí há diferenças semânticas significativas. O verbo haver seguido da preposição de e de outro verbo no infinitivo permite formar locuções verbais que indicam valor futuro (ex.: havemos de ir a Barcelona; os corruptos hão-de ser castigados), enquanto o verbo ter seguido da preposição de e de outro verbo no infinitivo forma locuções que indicam uma obrigação (ex.: temos de ir a Barcelona; os corruptos têm de ser castigados).

Note-se uma diferença ortográfica entre as normas brasileira e portuguesa relativa ao verbo haver seguido da preposição de: no português europeu, as formas monossilábicas do verbo haver ligam-se por hífen à preposição de (hei-de, hás-de, há-de, hão-de) enquanto no português do Brasil tal não acontece (hei de, hás de, há de, hão de). Esta diferença é anulada com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, uma vez que deixa de haver hífen neste contexto (isto é, em qualquer das variedades deverão ser usadas apenas as formas hei de, hás de, há de, hão de).

Para outras diferenças entre as normas europeia e brasileira, queira, por favor, consultar outra resposta sobre o mesmo assunto em variedades de português.




Costumo usar frequentemente o termo vai vir, apesar de ter a noção que algures alguém me disse que está em desuso, mas que é correcto usar-se, porque se trata do reforço de uma acção. Gostava de saber a vossa opinião.
Do ponto de vista sintáctico e semântico, a locução verbal vai vir está correctamente formada, pois utiliza o verbo ir como auxiliar e o verbo vir como verbo principal, à semelhança de outras construções análogas com este auxiliar para indicar o futuro (ex.: Ele amanhã não vai trabalhar; O atleta vai iniciar a prova). Não se trata de um reforço da acção, mas de uma indicação temporal de uma acção que acontecerá no futuro ou está iminente e é uma construção muito usada, nomeadamente na oralidade, em substituição do futuro do indicativo (ex.: a construção ele vai vir amanhã é mais frequente do que ele virá amanhã, da mesma forma que a construção ele não vai trabalhar é muito mais frequente do que ele não trabalhará).
As locuções verbais com o verbo ir como auxiliar do verbo vir (vai vir) ou do verbo ir (vai ir), e todas as flexões possíveis do verbo auxiliar, são por vezes consideradas desaconselhadas sem que para tal haja outro motivo linguístico pertinente que não o de serem construções mais usadas num registo informal.


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