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    unhasse-as

    agadanhado | adj.

    Ferido com o gadanho ou com as unhas....


    apezunhado | adj.

    Que tem unhas grossas (pezunhos) e é malfeito das pernas (especialmente falando-se de bois e de outros animais)....


    fissípede | adj. 2 g.

    Que tem pé ou unha fendida....


    uncinado | adj.

    Que é curvo como as garras de uma ave de rapina....


    Que termina em forma de unha (pétala)....


    unguiforme | adj. 2 g.

    Que tem a forma de unha....


    onico- | elem. de comp.

    Exprime a noção de unha (ex.: onicofagia)....


    ad unguem | loc.

    Alusão ao costume dos estatuários antigos que passavam a unha pela superfície do mármore, para avaliarem o polimento e o grau de perfeição do seu trabalho Horácio, Sátiras, I, 5, 32....


    Com grande esforço, energia ou vontade (ex.: defender-se unguibus et rostro); equivalente a "com unhas e dentes"....


    arpéu | n. m. | n. m. pl.

    Gancho para aferrar embarcações....


    arreigada | n. f. | n. f. pl.

    Espiga das unhas....


    escova | n. f.

    Utensílio guarnecido de pelos para limpar roupas, tecidos, unhas, dentes, etc....


    gadanho | n. m.

    Utensílio composto por um cabo longo e direito que termina com uma lâmina larga disposta perpendicularmente, um pouco curva na ponta, usado para segar ervas de pasto ou feno....


    falangeta | n. f.

    Cada uma das falanges dos dedos mais afastadas do centro da mão ou do pé e que têm unha....


    pedicuro | n. m.

    Pessoa que extirpa calos ou cuida dos pés ou das unhas dos pés....


    gatunha | n. f.

    Designação dada a algumas espécies de plantas leguminosas faseoláceas, em especial a espécie Ononis spinosa....


    manicure | n. 2 g. | n. f.

    Pessoa que cuida ou trata das mãos ou das unhas das mãos....


    pedicure | n. 2 g. | n. f.

    Pessoa que extirpa calos ou cuida dos pés ou das unhas dos pés....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o gentílico do Entroncamento?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?