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    ressuscitou-se

    anabiose | n. f.

    Interrupção temporária das funções vitais de um organismo, dando a aparência de morte, de que são capazes alguns animais quando se encontram em situações ambientais adversas....


    humanismo | n. m.

    Doutrina dos humanistas do Renascimento que ressuscitaram o culto das línguas e das literaturas antigas....


    ressuscitado | adj. n. m. | adj.

    Que ou quem ressuscitou....


    woke | adj. 2 g. 2 núm. n. 2 g.

    Que ou quem se mostra alerta e interventivo, por vezes com abordagens consideradas extremadas, em relação a questões de discriminação ou injustiça social, em particular as que afetam pessoas pela sua identidade étnico-racial, religiosa ou de género....


    ressuscitar | v. tr. | v. intr.

    Fazer voltar da morte à vida....


    ressuscitável | adj. 2 g.

    Que pode ressuscitar ou ser ressuscitado....


    ressurreto | adj. n. m.

    Que ou o que ressurgiu ou ressuscitou....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase que se segue, como devem ser conjugados os verbos jogar e vibrar? Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogar e vibrar com o jogo. E nesta outra frase, o verbo tivera foi empregado de maneira correta? Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?