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    Pesquisa nas Definições por:

    REGULAMENTASTE

    extrarregulamentar | adj. 2 g.

    Que está fora do regulamento; não autorizado pelo regulamento....


    infenso | adj.

    Que se opõe a (ex.: normas infensas ao regulamento vigente)....


    TVDE | sigla

    Transporte individual e remunerado de passageiros, organizado e disponibilizado a partir de uma plataforma eletrónica e realizado em veículos descaracterizados (ex.: operador de TVDE; regulamentação da atividade de TVDE)....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    édito | n. m.

    Ordem judicial em editais ou anúncios....


    ordenança | n. f. | n. 2 g.

    Ordem, mandado, lei....


    teor | n. m.

    Conteúdo textual de um escrito....


    entidade | n. f.

    Tudo o que é concreto....


    taxa | n. f.

    Tabela dos emolumentos e custas dos processos....


    inácia | n. f.

    Norma ou regulamento....


    consenso | n. m.

    Conformidade de juízos, opiniões ou sentimentos, relativamente a algo ou a alguém, por parte da maioria ou da totalidade dos membros de um conjunto de indivíduos (ex.: a votação do regulamento foi adiada por falta de consenso quanto ao texto final)....


    regime | n. m.

    Sistema ou modo de viver adotado por alguém, particularmente no que é relativo à alimentação....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.