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    ENCORPARDES-TOS

    consistente | adj. 2 g.

    Que tem certa consistência....


    Diz-se do tecido ou pano encorpado ou forte....


    encorpadura | n. f.

    Corpulência; grossura, espessura; consistência....


    molecote | n. m.

    Moleque encorpado, taludo....


    gibanete | n. m.

    Antiga veste defensiva de ferro, de malha de aço, anta ou de pano encorpado e dobrado....


    moscou | n. m.

    Tecido encorpado e fino, especialmente para fato de homem....


    colareta | n. f.

    Gola de pano, adaptada ou cosida à camisa ou blusa, em volta do pescoço, geralmente mais baixa e menos encorpada do que o colarinho....


    gorgorão | n. m.

    Tecido encorpado de seda, lã ou algodão (ex.: fita de gorgorão)....


    leãozete | n. m.

    Pequeno leão; leão pouco encorpado....


    retina | n. f.

    A mais interior das membranas do globo ocular e em que se formam as imagens....


    tarlatana | n. f.

    Tecido transparente e geralmente encorpado, usado para forros....


    serafina | n. f.

    Tecido de lã, próprio para forros....


    senhoraça | n. f.

    Mulher do povo que se apresenta com luxo e querendo fazer figura....


    vinhão | n. m.

    Variedade de vinho encorpado e de boa cor....


    grossagrana | n. m.

    Tecido napolitano semelhante ao tafetá, mas mais encorpado....


    sarjão | n. m.

    Cotim encorpado....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?