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    abortam-mos

    antiaborto | adj. 2 g. 2 núm.

    Que é contra o aborto ou contra a despenalização do aborto....


    molar | adj. 2 g.

    Relativo a mola hidatiforme (ex.: aborto molar, gravidez molar)....


    abaladura | n. f.

    Ato ou efeito de abalar....


    perdente | adj. 2 g. | n. m.

    Que perde....


    efluxão | n. f.

    Aborto logo nos primeiros dias da gravidez....


    aborteiro | adj. | n. m.

    Relativo à prática de abortos (ex.: clínicas aborteiras)....


    desmancho | n. m.

    Ato ou efeito de desmanchar ou de se desmanchar....


    vibriose | n. f.

    Doença venérea dos bovinos e ovinos causada pelo Vibrio fetus que invade a mucosa uterina e produz lesões inflamatórias no endométrio, provocando o aborto....


    desarranjo | n. m.

    Ato ou efeito de desarranjar....


    aborto | n. m.

    Ato ou efeito de abortar....


    desavinho | n. m.

    Aborto parcial do cacho que impede a sua perfeita maturação....


    abortado | adj. | adj. n. m.

    Que não nasceu ou não chegou ao fim do seu desenvolvimento....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Gostaria de saber qual é a maior palavra da língua portuguesa.