Significado de rufiarem-se-lhas

    A forma rufiarem-se-lhaspode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de rufiarrufiar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de rufiarrufiar].

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    rufiarrufiar
    ( ru·fi·ar

    ru·fi·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Praticar atos de rufião.

    2. Ter vida de rufião.

    etimologiaOrigem:rufião + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    rufia | n. m. | n. 2 g.

    Indivíduo que vive à custa do que uma prostituta ganha....


    souteneur | n. m.

    Rufião que vive à custa da amante; explorador de mulheres; rufia....


    rufiar | v. intr.

    Praticar atos de rufião....


    guna | n. m.

    Jovem urbano, geralmente associado a camadas sociais mais desfavorecidas, de comportamento ruidoso, desrespeitoso, ameaçador ou violento e que tem gostos considerados vulgares (ex.: usava o boné de lado, como os gunas)....


    rufião | n. m.

    Indivíduo que vive à custa do que uma prostituta ganha....

    Histórico de pesquisas

    A palavra "rufiarem-se-lhas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.