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Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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microbial

microbialmicrobial | adj. 2 g.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

mi·cro·bi·al mi·cro·bi·al


(micróbio + -al)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Relativo a micróbio (ex.: vida microbial).

2. Em que há micróbios (ex.: ecossistema microbial).

3. Que é causado por micróbios (ex.: contaminação microbial).


SinónimoSinônimo Geral: MICROBIANO

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Parecidas

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...acreditam ainda que estas conclusões “sem precedentes” têm o potencial para revelarem “um ecossistema microbial divers o na Terra primordial que pode ser comum com outros corpos planetários, incluindo...

Em Geopedrados

might be due to microbial sources, rather than the extraction of fossil fuels..

Em BioTerra

...and indeed all farmers — to rely on insect pheromones in disrupting mating and microbial biopesticides that control pests by disrupting

Em Tupiniquim

...laboratório com a mesma textura que um bife real e com uma maior resistência microbial ..

Em VISEU, terra de Viriato.

flagella, cilia, archaella, molecular evolution, microbial motility, convergent evolution FREE PDF

Em Desafiando a Nomenklatura Científica
Blogues do SAPO

Dúvidas linguísticas


O verbo intervir conjuga-se da mesma forma que o verbo vir? Sendo assim, qual é o seu particípio passado (caso tenha)?
O verbo intervir conjuga-se como o verbo vir, com a particularidade de se grafar com acento agudo na segunda e terceira pessoas do presente do indicativo (intervéns, intervém); esta particularidade é comum a todos os outros verbos derivados de vir ou do verbo latino venire (são os casos, por exemplo, de advir, avir, convir, desconvir, devir, provir, sobrevir). O particípio passado destes verbos também segue o paradigma de vir/vindo, sendo então intervindo o particípio passado de intervir (ex.: tinha intervindo brilhantemente no debate). Poderá esclarecer esta e outras dúvidas de conjugação seguindo a hiperligação para o verbo intervir no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa e clicando em seguida na opção Conjugar que se encontra imediatamente acima da definição do verbo.



Queria perguntar-vos sobre a utilização de em ou no/na antes de nos referirmos a lugares. Porque dizemos no Porto mas não na Lisboa? Porque tanto se diz na França como em França? Existe alguma regra para a utilização ou não de artigo definido (e respectivas contracções) quando nos queremos referir a um local? Por exemplo: porquê dizer fui ao Funchal e não fui a Funchal?
O uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (isto é, nomes próprios que designam lugares geográficos) não corresponde a uma regra rígida na língua portuguesa. As indicações dadas por gramáticas e prontuários são em geral fluidas e por vezes contraditórias, pelo que as respostas a questões relacionadas com este assunto raramente podem ser peremptórias.

Na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, pp. 228-231), são elencadas algumas indicações para o uso ou não do artigo definido com nomes geográficos.

Preconiza-se nomeadamente o uso de artigo antes de nomes de “países, regiões, continentes, montanhas, vulcões, desertos, constelações, rios, lagos, oceanos, mares e grupos de ilhas” (ex.: a Suíça, a Escandinávia, a Europa, o Pico, o Etna, o Sara, o Centauro, o Guadiana, o Tanganica, o Índico, o Adriático, as Baleares), mas facilmente um falante se lembrará de muitos contra-exemplos para estas indicações (a própria gramática lista alguns deles: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor, Andorra, Israel, São Salvador, Aragão, Castela, Leão).

Do mesmo modo se indica que não se usa geralmente o artigo definido “com os nomes de cidades, de localidades e da maioria das ilhas”, mas logo se apresentam contra-exemplos, nomeadamente os casos de nomes de cidades e localidades que derivam de um substantivo comum (a Guarda, o Porto, o Rio de Janeiro, a Figueira da Foz).

Estas indicações gerais são úteis e correspondem provavelmente à maioria dos casos, mas os muitos casos que as contrariam (é significativa a lista de excepções ou contra-exemplos que as gramáticas apresentam) tornam a decisão de empregar ou não o artigo quase dependente de cada topónimo e da experiência linguística do falante.

Há ainda casos de topónimos como Espanha, França, Itália, Inglaterra ou Chipre em que é oscilante o uso ou não de artigo (ex.: foi viver para (a) Espanha).

O topónimo Funchal é usado sobretudo precedido de artigo (ex.: viajo amanhã para o Funchal; estou no [= em + o] Funchal; vou ao [= a + o] Funchal) e poderá incluir-se na categoria de nomes de cidades ou localidades “que se formaram de substantivos comuns” (CUNHA e CINTRA, p. 230).

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Palavra do dia

sex·tar |eis|sex·tar |ês|


(sexta[-feira] + -ar)
verbo intransitivo

1. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]  Ser sexta-feira, véspera de fim-de-semana (ex.: já falta pouco para sextar).

2. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]  Aproveitar a diversão ou o descanso associados a esse período (ex.: bora sextar com a gente; hoje eu vou sextar em casa, e vocês?).

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/microbial [consultado em 27-05-2022]