Significado de destocar-se-to

    A forma destocar-se-topode ser [infinitivo de destocardestocar], [primeira pessoa e segunda pessoa singular do pretérito perfeito e do futuro do conjuntivo de destocardestocar], [primeira pessoa plural do pretérito imperfeito infinitivo e do indicativo de destocardestocar], [primeira pessoa singular do presente do indicativo e infinitivo flexionado de destocardestocar], [terceira pessoa singular do presente do indicativo e infinitivo flexionado de destocardestocar] ou [terceira pessoa singular do pretérito perfeito e do futuro do conjuntivo de destocardestocar].

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    destocar1destocar1
    ( des·to·car

    des·to·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Limpar de tocos (ex.: destocaram o campo).

    2. Desligar.

    3. Separar.

    4. Abrir.

    etimologiaOrigem:des- + toco + -ar.

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    iconeConfrontar: desestocar.
    destocar2destocar2
    ( des·to·car

    des·to·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Tirar ou sair da toca. = DESENCOVAR, DESENCOVILAR ≠ ENCOVILAR, ENTOCAR

    2. Fazer sair ou sair do isolamento em que se encontra. ≠ ISOLAR

    = SinónimoSinônimo geral: DESENTOCAR
    ≠ AntónimoAntônimo geral: ENTOCAR

    etimologiaOrigem:des- + toca + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: desestocar.

    Esta palavra no dicionário

    desencovilar | v. tr. e pron.

    Tirar ou sair do covil ou da toca....


    desentocar | v. tr. e pron.

    Tirar ou sair da toca....


    entocar | v. tr. e pron.

    Meter ou meter-se na toca....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "destocar-se-to" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se existe registo da palavra "esmandrigado" com o significado de mal arranjado, mal pronto, e como é a real grafia da palavra. Usei-a muito na minha infância na cidade do Porto e ainda a uso. Será uso indevido??


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?