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    credes

    agourento | adj.

    Que crê em agouros; que encerra agouro....


    alabão | adj.

    Diz-se do gado que dá crias e leite (por oposição oposição a alfeiro)....


    credível | adj. 2 g.

    Em que se pode crer....


    crível | adj. 2 g.

    Em que se pode crer....


    corticento | adj.

    Que tem o aspeto ou a natureza da cortiça....


    fimícola | adj. 2 g.

    Que se cria ou vive nas estrumeiras....


    leitado | adj.

    Que cria suco leitoso....


    rochaz | adj. 2 g.

    Que se cria nas rochas....


    selvático | adj.

    Que nasce ou se cria nas selvas....


    Expressão usada para recomendar confiança nas pessoas que têm experiência....


    Emprega-se esta expressão para salientar um acontecimento extraordinário....


    Expressão apócrifa usada para indicar que a fé, para crer, não necessita de se compreender, erroneamente atribuída a Tertuliano (De Carne Christi) e também a Santo Agostinho....



    Dúvidas linguísticas


    A palara correta é calzone ou galzone?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?