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    podeis-nos

    aleatório | adj.

    Que depende de acontecimento incerto....


    ambíguo | adj.

    Em que pode haver mais de um sentido....


    ancípite | adj. 2 g.

    Que tem duas faces ou cabeças....


    Diz-se das aves que podem pronunciar palavras....


    Que não pode conservar as propriedades elétricas....


    apercetível | adj. 2 g.

    Que, por ser percetível, pode ser notado por nós....


    aturadouro | adj.

    Que pode aturar; duradouro, resistente....


    Que pode ser arremesado, arrojado....


    azado | adj.

    Conveniente, oportuno (ex.: essa oportunidade não podia ter surgido em momento mais azado)....


    Relativo a ou próprio de autocracia ou de autocrata....


    azougado | adj.

    Que não pode estar quieto....


    Cujos ramos são de corpulência tal que podem servir de bordão....


    belfo | adj.

    Que tem pendente ou mais grosso o beiço inferior....




    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Muitas vezes em poesia é usada a forma sincopada pra escrita como p'ra. No entanto o Acordo Ortográfico de 1945 indica que não se deve usar o apóstrofo neste caso. Existem excepções relativamente à poesia? Por outro lado, a forma correcta de, em poesia, abreviar para + a (numa frase como por exemplo horas de ir para a cama) é prà?