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xiró

xiróxiró | n. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

xi·ró xi·ró


(japonês xiru, caldo, sopa)
nome masculino

[Brasil]   [Brasil]   [Culinária]   [Culinária]  Caldo de arroz temperado com sal.

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O Arnego, sensiblemente recto entre Cadrón e Vilariño, facía unha gran xiro na

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Dúvidas linguísticas


O nome das disciplinas escreve-se com maiúsculas?
Apesar de usualmente as disciplinas ou áreas de estudo surgirem grafadas em maiúscula, existe grande flexibilidade na maiusculização em casos como este.

O Acordo Ortográfico de 1945, válido para a norma europeia do português, apenas previa, na sua Base XLIII, a colocação de maiúsculas “nos nomes de ciências, ramos científicos e artes, quando designam disciplinas escolares ou quadros de estudo pedagogicamente organizados: aluno de Medicina; licenciou-se em Direito [...]”.

O Formulário Ortográfico de 1943, válido para a norma brasileira do português, previa, no ponto 6.º da sua Base XVI, o uso de inicial maiúscula "nos nomes que designam artes, ciências ou disciplinas, bem como nos que sintetizam, em sentido elevado, as manifestações do engenho do saber".

O Acordo Ortográfico de 1990, válido para todas as variedades do português, estabelece a opcionalidade de letra minúscula ou maiúscula nestes casos. Com efeito, a alínea g) do ponto 1.º da Base XIX do Acordo de 1990 prevê letra inicial minúscula para "nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas (opcionalmente, também com maiúscula)".




Queria perguntar-vos sobre a utilização de em ou no/na antes de nos referirmos a lugares. Porque dizemos no Porto mas não na Lisboa? Porque tanto se diz na França como em França? Existe alguma regra para a utilização ou não de artigo definido (e respectivas contracções) quando nos queremos referir a um local? Por exemplo: porquê dizer fui ao Funchal e não fui a Funchal?
O uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (isto é, nomes próprios que designam lugares geográficos) não corresponde a uma regra rígida na língua portuguesa. As indicações dadas por gramáticas e prontuários são em geral fluidas e por vezes contraditórias, pelo que as respostas a questões relacionadas com este assunto raramente podem ser peremptórias.

Na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, pp. 228-231), são elencadas algumas indicações para o uso ou não do artigo definido com nomes geográficos.

Preconiza-se nomeadamente o uso de artigo antes de nomes de “países, regiões, continentes, montanhas, vulcões, desertos, constelações, rios, lagos, oceanos, mares e grupos de ilhas” (ex.: a Suíça, a Escandinávia, a Europa, o Pico, o Etna, o Sara, o Centauro, o Guadiana, o Tanganica, o Índico, o Adriático, as Baleares), mas facilmente um falante se lembrará de muitos contra-exemplos para estas indicações (a própria gramática lista alguns deles: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor, Andorra, Israel, São Salvador, Aragão, Castela, Leão).

Do mesmo modo se indica que não se usa geralmente o artigo definido “com os nomes de cidades, de localidades e da maioria das ilhas”, mas logo se apresentam contra-exemplos, nomeadamente os casos de nomes de cidades e localidades que derivam de um substantivo comum (a Guarda, o Porto, o Rio de Janeiro, a Figueira da Foz).

Estas indicações gerais são úteis e correspondem provavelmente à maioria dos casos, mas os muitos casos que as contrariam (é significativa a lista de excepções ou contra-exemplos que as gramáticas apresentam) tornam a decisão de empregar ou não o artigo quase dependente de cada topónimo e da experiência linguística do falante.

Há ainda casos de topónimos como Espanha, França, Itália, Inglaterra ou Chipre em que é oscilante o uso ou não de artigo (ex.: foi viver para (a) Espanha).

O topónimo Funchal é usado sobretudo precedido de artigo (ex.: viajo amanhã para o Funchal; estou no [= em + o] Funchal; vou ao [= a + o] Funchal) e poderá incluir-se na categoria de nomes de cidades ou localidades “que se formaram de substantivos comuns” (CUNHA e CINTRA, p. 230).

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Palavra do dia

o·nus·to o·nus·to


(latim onustus, -a, -um)
adjectivo
adjetivo

Que está muito cheio ou carregado (ex.: coração onusto de gratidão; pomar onusto; prosa onusta de fantasia). = REPLETO, SOBRECARREGADO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/xir%C3%B3 [consultado em 17-05-2022]