PT
BR
Pesquisar
Definições



quino

A forma quinopode ser [primeira pessoa singular do presente do indicativo de quinarquinar] ou [nome masculino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
quinoquino
( qui·no

qui·no

)


nome masculino

Jogo de azar jogado com cartões numerados, cujos números vão sendo cobertos pelos jogadores, à medida que se tiram de um recipiente os números correspondentes. = BINGO, LOTO

quinar1quinar1
( qui·nar

qui·nar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

[Enologia] [Enologia] Preparar com quina (ex.: quinar o vinho).

etimologiaOrigem etimológica:quina, casca + -ar.
quinar2quinar2
( qui·nar

qui·nar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo intransitivo

[Jogos] [Jogos] Fazer quina no loto.

etimologiaOrigem etimológica:quino + -ar.
quinar3quinar3
( qui·nar

qui·nar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo intransitivo

[Informal] [Informal] Perder a vida. = MORRER

etimologiaOrigem etimológica:espanhol quiñar, matar.
quinar4quinar4
( qui·nar

qui·nar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

[Metalurgia] [Metalurgia] Dobrar para que adquira um novo formato (ex.: quinar uma chapa de metal).

etimologiaOrigem etimológica:quina, esquina + -ar.


Dúvidas linguísticas



Há derivação da palavra sazonal para sazonalidade?
A palavra sazonalidade é composta por derivação, através da adjunção do sufixo -idade ao adjectivo sazonal.



Qual a função sintáctica de «a médico, confessor e advogado» na frase «a médico, confessor e advogado nunca enganes»: A. complemento indirecto B. complemento directo C. sujeito
A frase que refere é em tudo semelhante à que é apresentada na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra (Lisboa: Ed. João Sá da Costa, 1998, 14.ª ed., p. 143), como exemplo de uma frase com objecto (ou complemento) directo preposicionado. O constituinte sintáctico a médico, confessor e advogado desempenha aqui a função de complemento directo, ainda que preposicionado, pois, se por regra o complemento directo não é introduzido por preposição, neste caso, e segundo a mesma gramática, “o emprego da preposição não obrigatória transmite à relação um vigor novo, pois o reforço que advém do conteúdo significativo da preposição é sempre um elemento intensificador e clarificador da relação verbo-objecto” (p. 555). Os complementos directos preposicionados contêm normalmente a preposição a e são estruturas algo raras na língua actual; têm como principal função a desambiguação dos constituintes, especialmente quando há inversão da ordem canónica ou elisão do verbo (ex.: ao médico enganou o rapaz e ao confessor a rapariga), ou a ênfase de um constituinte, normalmente em estruturas ligadas a verbos como adorar, amar, bendizer, estimar (ex.: os crentes amam a Deus; estima muito aos teus pais).