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Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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fimose

fimosefimose | n. f.
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fi·mo·se |ó|fi·mo·se |ó|


(francês phimosis)
nome feminino

[Medicina]   [Medicina]  Aperto acidental ou natural que impede que se possa puxar o prepúcio para trás.

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Parecidas

Anagramas

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“Na infância, geralmente são alterações do trato geniturinário, fimose , hérnia..

Em Caderno B

...da TVI cagava via pornografia na internet comia a sua esposa operava a minha fimose me masturbava estava com um travesti acedia o sexonanet..

Em Fonte do Lavra

sobre câncer de pênis, testículo, próstata e bexiga, hiperplasia benigna da próstata, fimose , queixas urinárias, disfunção erétil, vasectomia e ISTs, entre outros..

Em Caderno B

chamado de Fimose (na altura um Ferrari, miniatura à escala)..

Em carolapontoevirgula.blogs.sapo.pt

...- irritam a piloca descoberta do pobre noivo sujeito a cirurgia para resolver uma fimose dolorosa -, mas o Miguel voltou-se para mim, pronto a receber as minhas instruções..

Em agaffeeasavenidas.blogs.sapo.pt
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Dúvidas linguísticas


Nesta locução latina, qual das formas está correta: "status quo" ou "statu quo"?
A grafia correcta, atestada pelos principais dicionários de língua portuguesa, é statu quo e significa “o estado das coisas em determinado momento”. Esta locução, que se fixou por influência da área diplomática, é redução da expressão latina in statu quo ante que significa “no estado em que se encontrava antes”.

Em português (e em outros idiomas como o francês ou o espanhol), a locução statu quo perdeu o valor adverbial latino e adquiriu valor de substantivo (ex.: A manifestação não representa uma ruptura do statu quo), o que pode estar na origem do aparecimento da forma status quo.

Em latim (e noutras línguas declináveis, como o alemão ou o russo) as funções sintácticas são assinaladas morfologicamente: as diferentes desinências da palavra indicam se ela está a ser usada na posição de sujeito (através do caso nominativo, como em status), de complemento directo (através do caso acusativo, como em statum), de complemento indirecto (através do caso dativo, como em statui), de complemento circunstancial (através do caso ablativo, como em statu), etc. Assim, como a locução passou a ter valor de substantivo, a forma status quo, difundida maioritariamente pelo inglês, e considerada preferencial apenas pelo Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (Curitiba: Positivo, 2004), transmitiria essa mudança de significado, já que statu significa “no estado” e não “o estado”. Esta justificação é questionável porque (i) estamos perante a redução de uma outra locução latina, em que há exigência de ablativo após a preposição latina in (“em”), e porque (ii) existem outros casos de palavras e expressões latinas que se fixaram como substantivos no português com a forma de casos que não o nominativo. Exemplos disso são a expressão anno Domini (literalmente, “no ano do Senhor”) que se usa para referir a era cristã, sendo composta pelo ablativo de annus “ano” e pelo genitivo de dominus “senhor”, bem como a palavra quórum, de quorum, genitivo masculino plural do pronome relativo qui, quae, quod “que”.

A locução statu quo não deve porém ser confundida com a palavra isolada status, que significa (i) “estatuto” (ex.: A categoria do trabalhador corresponde ao seu status na empresa) e (ii) “prestígio” (ex.: Exibia nas festas os símbolos do status recém-adquirido por casamento).




Li o texto do Acordo Ortográfico de 1990 e outros textos sobre o assunto, e tomava a liberdade de perguntar qual a posição da Priberam relativamente aos prefixos sub-, ad- e ab- quando seguidos por palavra iniciada por r cuja sílaba não se liga foneticamente com o prefixo. Concretizando: sub-rogar ou subrogar; ad-rogar ou adrogar; ab-rogar ou abrogar? O Acordo, aparentemente, é omisso quanto à matéria, e já vimos opções diferentes da por vós tomada na versão 7 do FLIP.
O texto legal do Acordo Ortográfico de 1990 (base XVI) é, de facto, omisso relativamente ao uso de hífen com prefixos terminados em consoantes oclusivas (como ab-, ad- ou sub-) quando o segundo elemento da palavra se inicia por r (como em ab-rogar, ad-rogar ou sub-rogar). Para que seja mantida a pronúncia [R] (como em carro) do segundo elemento, terá de manter-se o hífen, pois os casos de ab-r, ad-r, ob-r, sob-r, sub-r e afins são os únicos casos na língua em que há os grupos br ou dr (que se podiam juntar a cr, fr, gr, pr, tr e vr) sem que a consoante seja uma vibrante alveolar ([r], como em caro ou abrir). Se estas palavras não contiverem hífen, o r ligar-se-á à consoante que o precede e passará de vibrante velar (ex.: ab[R], sub[R]) a vibrante alveolar (ex.: ab[r], sub[r]). Não se pode, por isso, alterar a fonética por causa da ortografia, nem alterar a grafia, criando uma excepção ortográfica, só porque o legislador/relator ou afim escamoteou ou esqueceu este caso. O argumento de que a opção de manter o hífen nestes casos segue o espírito do acordo pode reforçar-se se olharmos, por exemplo, para os casos dos elementos de formação circum- e pan-, onde não se criam excepções à estrutura silábica, nem à pronúncia (cf. circum-escolar e não circumescolar; pan-africano e não panafricano).
Pelos motivos expostos, a opção da Priberam é manter o hífen nos casos descritos.

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Palavra do dia

lha·nu·ra lha·nu·ra


(lhano + -ura)
nome feminino

1. [Pouco usado]   [Pouco usado]  Qualidade do que é sincero, despretensioso ou amável. = LHANEZA

2. [Pouco usado]   [Pouco usado]  Superfície plana. = PLANURA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/fimose [consultado em 12-08-2022]