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cartilagem

cricóide | adj. 2 g.

Diz-se de uma cartilagem anular da laringe....


osseína | n. f.

Substância azotada que entra na composição dos ossos e forma o tecido celular da pele e das cartilagens nos animais....


sincondrose | n. f.

União de dois ossos por uma cartilagem....


Desenvolvimento patológico das cartilagens, em geral nos ossos longos (ex.: condrodistrofia miotónica)....


cartilagem | n. f.

Tecido muscular, flexível e duro, que reveste as articulações....


eburnação | n. f.

Ossificação das cartilagens articulares....


pericôndrio | n. m.

Membrana fibrosa que cobre as cartilagens não articulares....


Afecção genética óssea que causa nanismo, acompanhado de micromelia, macrocefalia ou cifose....


Afecção genética óssea que causa nanismo, acompanhado de micromelia, macrocefalia ou cifose....


mesênquima | n. m.

Tecido que surge a partir da mesoderme com o desenvolvimento embrionário dos vertebrados e que origina vários tecidos no adulto, incluindo tecidos conjuntivos dos ossos e cartilagens....


menisco | n. m.

Cartilagem em forma de meia-lua que se encontra em algumas articulações, como no joelho....


tarso | n. m.

Cartilagem que termina as pálpebras e onde nascem as pestanas....


condrioma | n. m.

Conjunto dos condriossomas....


luna | n. f.

Tipo de argola para as orelhas....


condrócito | n. m.

Célula que se encontra no tecido cartilaginoso....


seláquio | adj. | n. m. pl.

Que tem cartilagem....




Dúvidas linguísticas



Quero saber se a palavra sarro é oxítona ou paroxítona.
A palavra sarro é uma palavra grave ou paroxítona, pois tem o acento de intensidade na penúltima sílaba (foneticamente a sílaba acentuada é ['sa]; na divisão silábica para translineação, a sílaba é sar-).



Como se escreve? Eu não consigo deitar-me cedo. Eu não consigo me deitar cedo. Não consigo perceber se o não está associado ao primeiro ou segundo verbo, pois nos verbos reflexos na negativa os pronomes vêm antes do verbo.
O verbo conseguir, à semelhança de outros verbos como desejar, querer ou tentar, tem algumas propriedades análogas às de um verbo auxiliar mais típico (como o verbo ir, por exemplo). Nestes casos, este verbo forma com o verbo principal uma locução verbal, podendo o clítico estar antes do verbo auxiliar (ex.: eu não me vou deitar cedo; eu não me consigo deitar cedo) ou depois do verbo principal (ex.: eu não vou deitar-me cedo; eu não consigo deitar-me cedo). Isto acontece porque o verbo considerado auxiliar ou semiauxiliar pode formar com o verbo que o sucede uma locução verbal coesa, como se fosse um só verbo (e, nesse caso, o clítico é atraído pela partícula de negação não e desloca-se para antes da locução verbal) ou, por outro lado, o verbo conseguir pode manter algumas características de verbo pleno (e, nesse caso, o clítico me pode manter-se ligado ao verbo principal deitar, de que depende semanticamente). Nenhuma das duas construções pode ser considerada incorrecta, apesar de a segunda ser frequentemente considerada preferencial.

Nesta frase, o marcador de negação (o advérbio não) está claramente a negar o verbo conseguir e é semanticamente equivalente a "eu deito-me tarde, porque não sou capaz de me deitar cedo". Se estivesse a negar o verbo deitar-se (eu consigo não me deitar cedo), teria um valor semântico diferente, equivalente a "eu sou capaz de me deitar tarde", devendo nesse caso o clítico estar colocado antes do verbo deitar.


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