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    SULFURAVAS-TAS

    Diz-se de um ácido (H2S) formado de enxofre e de hidrogénio, e que é um gás incolor, muito tóxico, com cheiro a ovo podre, produzido pela decomposição das matérias orgânicas. (É também chamado hidrogénio sulfurado.)...


    alquifa | n. f.

    Galena ou minério de chumbo sulfurado....


    sulfa | n. f.

    Nome genérico dos compostos orgânicos azotados e sulfurados utilizados em medicina contra as doenças infecciosas....


    sulfureira | n. f.

    Terreno ou cratera de vulcão extinto de onde se exalam vapores sulfurosos....


    sulfamida | n. f.

    Nome genérico dos compostos orgânicos azotados e sulfurados utilizados em medicina contra as doenças infecciosas....


    marcassite | n. f.

    Cristal de uma espécie de pirite de ferro sulfurado....


    dessulfurar | v. tr.

    Tirar o enxofre a; separar o enxofre de....


    sulfurar | v. tr.

    Combinar ou misturar com enxofre....


    sulfurizar | v. tr.

    Combinar ou misturar com enxofre....


    injetor | adj. | n. m.

    Que injeta....


    sulfur- | elem. de comp.

    Exprime a noção de enxofre (ex.: sulfurar; sulfúrico)....


    cistina | n. f.

    Aminoácido sulfurado natural que os rins segregam....




    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?