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nulla dies sine linea

nulla dies sine lineanulla dies sine linea | loc.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

nulla dies sine linea


(locução latina que significa "nem um só dia sem [uma] linha")
locução

Expressão atribuída por Plínio a Apeles, que dizia não passar um só dia sem traçar uma linha, isto é, sem pintar; aplica-se especialmente aos escritores.

Fonte: Plínio, História Natural, XXXV, 84.
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, adotado por alguns notáveis escritores, permanece vivo há perto de 2.500 anos: NULLA DIES SINE LINEA . No reencontro com seus textos praticamente diários, Eduardo, constato a evidência de seu aprimoramento literário, ocorrendo-me de pronto a lembrança da locução latina. Parabéns. José Luiz Fernandes." Um

Em VARAL de IDÉIAS

«Apelles tinha por máxima, que não devia passar hum só dia sem desenhar; máxima que passou como adagio muitos seculos: Nulla dies sine linea .» Cyrillo Volkmar Machado ( Conversações sobre Pintura, Esculptura e Architectura , 1794/97)

Em Dalaiama Street Art

Larsson. Confira no blog Nulla dies sine linea .

Em O Incrível Exército Blogoleone

://twitter.com/latinosinlondon - Promote your event/product/service to 30,000+ people a month Contact us now: info@latinosinlondon.com // 0844 993 2220 This Week’s Arts & Culture Highlights: ******************************* NULLA DIES SINE LINEA , (CONTEMPORARY SPANISH DRAWING ) ART . RENAISSANCE TO GOYA: SPANISH…

Em latinosinlondonradio.blogspot.com

Cultural Imaterial da Humanidade » + Mostra « Viagens pela Escrita - 100 Anos de Turismo em Portugal » + Exposição « A Torre - Fotografias de Duarte Belo » + Exposição « Nulla Dies Sine Linea - Desenho Espanhol Contemporâneo » + Exposição « Orlando Ribeiro (1911-1997) - Ponto de Partida, Lugar de Encontro

Em Octanas
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Dúvidas linguísticas


Estou com uma dúvida: como se escreve, e se existe, a palavra (excessão, ecessão, esseção)?
No português europeu a grafia correcta é excepção e no português do Brasil é exceção.



A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?
O verbo apelar pode ser intransitivo, isto é, admite uma construção sem complemento nominal obrigatório (ex.: O advogado apelou), ou transitivo indirecto, isto é, admite uma construção com um complemento nominal regido de preposição, que pode ser a, de ou para, consoante os contextos ou as acepções. A construção de apelar com a preposição de é usual no sentido que diz respeito a recurso de decisões ou sentenças (ex. O advogado apelou da sentença). As construções que parecem ser objecto de dúvida são aquelas em que se utiliza as preposições a ou para. Neste caso, ambas estão atestadas nos principais dicionários de língua e de regência verbais, sendo possíveis e correctas as construções O padre apelou aos crentes ou O padre apelou para os crentes. Esta construção pode ainda complicar-se como o exemplo apresentado sugere: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis.

Os dicionários e as gramáticas geralmente não se pronunciam sobre estas construções mais complexas, por haver dificuldade em descrevê-las ou designá-las. Neste caso, o complemento assinalado constitui um outro complemento indirecto que se articula com o primeiro. Do ponto de vista sintáctico, não parece existir motivo para a preposição não poder ser a mesma nos dois casos (ex.: O padre apelou aos crentes a se manterem fiéis.), mas para evitar ambiguidades ou dificuldades de percepção, a preposição deverá ser diferente. Se se entender que a construção é demasiado complexa, é possível simplificá-la apenas com um complemento indirecto, mantendo toda a informação semântica (ex.: O padre apelou a que os crentes se mantivessem fiéis ou O padre apelou para os crentes se manterem fiéis).

A construção que não respeita a regência do verbo é aquela em que existe um complemento directo, isto é, um complemento nominal não regido de preposição. Assim sendo, o exemplo *O padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina pode ser considerado agramatical, pois o verbo deve ter um complemento indirecto, logo o complemento destacado deverá ser introduzido por uma preposição: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis à doutrina.

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Palavra do dia

vi·lar vi·lar


(latim villaris, -e, relativo a casa de campo, a quinta)
nome masculino

[Pouco usado]   [Pouco usado]  Pequena aldeia ou povoação; grupo de casas. = ALDEOLA, CASAL, LUGAREJO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/nulla%20dies%20sine%20linea [consultado em 23-09-2021]