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estagnaras

estagnícola | adj. 2 g.

Que vive nas águas estagnadas....


marsílea | n. f.

Género de plantas vivazes que crescem nas águas estagnadas....


miriofilo | n. m. | adj.

Planta halorragidácea das águas estagnadas....


coléstase | n. f.

Estagnação da bílis nos canais biliares....


dormente | adj. 2 g. | n. m.

Que dorme....


espirogira | n. f.

Género de pequenas algas verdes das águas estagnadas....


estagno | n. m.

Lago, tanque; charco....


estase | n. f.

Estagnação ou imobilidade do sangue ou dos humores nos vasos capilares....


marasmo | n. m.

Magreza e fraqueza extremas....


estofo | n. m. | n. m. pl. | adj.

Tecido, pano....


hipolímnio | n. m.

Camada mais funda e mais fria das águas de um lago, abaixo do metalímnio, geralmente com água estagnada e temperatura constante....


azáfama | n. f.

Actividade intensa....


hemóstase | n. f.

Estagnação do sangue causada pela pletora....


estagnador | adj.

Que estagna ou produz estagnação....


estagnante | adj. 2 g.

Que estagna ou produz estagnação....



Dúvidas linguísticas



O correto é escrever " Viemos " ou "Vimos" através desta...?
O verbo vir é muito usado na correspondência formal ou institucional para introduzir o assunto, em expressões como "venho por este meio requerer..." ou "venho através desta solicitar...", ou "vimos por este meio requerer..." ou "vimos através desta solicitar...", com um remetente colectivo (por exemplo, um grupo de cidadãos) ou com o uso do plural majestático ou de modéstia. Habitualmente, como se trata de correspondência no presente, é utilizado o presente do indicativo (ex.: vimos) e não o pretérito perfeito (ex.: viemos), a não ser que esteja a ser relatado um facto passado (ex.: no mês passado, viemos solicitar...).



Pontapé: esta palavra é composta por justaposição ou por aglutinação?
A palavra pontapé é composta por justaposição.

De facto, é possível identificar neste vocábulo as palavras distintas que lhe deram origem – os substantivos ponta e – sem que nenhuma delas tenha sido afectada na sua integridade fonológica (em alguns casos pode haver uma adequação ortográfica para manter a integridade fonética das palavras simples, como em girassol, composto de gira + s + sol. Se não houvesse essa adequação, a palavra seria escrita com um s intervocálico (girasol) a que corresponderia o som /z/ e as duas palavras simples perderiam a sua integridade fonética e tratar-se-ia de um composto aglutinado). Daí a denominação de composto por justaposição, uma vez que as palavras apenas se encontram colocadas lado a lado, com ou sem hífen (ex.: guarda-chuva, passatempo, pontapé).

O mesmo não se passa com os compostos por aglutinação, como pernalta (de perna + alta), por exemplo, cujos elementos se unem de tal modo que um deles sofre alterações na sua estrutura fonética. No caso, o acento tónico de perna subordina-se ao de alta, com consequências, no português europeu, na qualidade vocálica do e, cuja pronúncia /é/ deixa de ser possível para passar à vogal central fechada (idêntica à pronúncia do e em se). Note-se ainda que as palavras compostas por aglutinação nunca se escrevem com hífen.

Sobre este assunto, poderá ainda consultar o cap. 24 da Gramática da Língua Portuguesa, de Maria Helena Mira MATEUS, Ana Maria BRITO, Inês DUARTE, Isabel Hub FARIA et al. (5.ª ed., Editorial Caminho, Lisboa, 2003), especialmente as pp. 979-980.


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