Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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abraçoabraço | s. m.
1ª pess. sing. pres. ind. de abraçarabraçar
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a·bra·ço a·bra·ço
(derivação regressiva de abraçar)
substantivo masculino

1. Acto de abraçar, de apertar entre os braços, geralmente em demonstração de amor, gratidão, carinho, amizade, etc. = AMPLEXO

2. Fórmula informal de despedida (ex.: beijos e abraços para todos).

3. [Arquitectura]   [Arquitetura]   [Arquitetura]  Entrelaçamento de folhagens lavradas, à volta de uma coluna.

4. [Botânica]   [Botânica]  Cada um dos apêndices filiformes da videira e outras plantas sarmentosas e trepadeiras. = GAVINHA


abraço de paz
O que o corpo docente dá a quem se gradua em doutor.

abraço de tamanduá
[Brasil]   [Brasil]  Atitude de pessoa falsa, que finge amizade por alguém que pretende atacar. = ABRAÇO DE URSO

abraço de urso
Abraço muito apertado e forte, que geralmente deixa a outra pessoa imobilizada (ex.: o jogador deu um abraço de urso ao treinador).

Manobra de luta corpo a corpo que consiste em envolver os braços à volta da cintura ou do peito do adversário, apertando com força para o imobilizar (ex.: agarrar um oponente com abraço de urso).

Atitude de pessoa falsa, que finge amizade por alguém que pretende atacar (ex.: com a nova proposta, a comissão nacional do partido dá um abraço de urso ao ex-dirigente).


a·bra·çar a·bra·çar - ConjugarConjugar
(a- + braço + -ar)
verbo transitivo

1. Cingir com os braços.

2. Dar um abraço em.

3. Compreender; estender-se a.

4. Admitir, aceitar, seguir.

5. Cercar.

verbo pronominal

6. Dar abraços recíprocos.

7. Aproximar-se de um ponto e segui-lo.

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Dúvidas linguísticas


Das seguintes, que forma está correcta? a) Noventa por cento dos professores manifestaram-se. b) Noventa por cento dos professores manifestou-se.
A questão que nos coloca não tem uma resposta peremptória, originando muitas vezes dúvidas quer nos falantes quer nos gramáticos que analisam este tipo de estruturas.

João Andrade Peres e Telmo Móia, na sua obra Áreas Críticas da Língua Portuguesa (Lisboa, Editorial Caminho, 1995, pp. 484-488), dedicam-se, no capítulo que diz respeito aos problemas de concordância com sujeitos de estrutura de quantificação complexa, à análise destes casos com a expressão n por cento seguida de um nome plural. Segundo eles, nestes casos em que se trata de um numeral plural (ex.: noventa) e um nome encaixado também plural (professores), a concordância deverá ser feita no plural (ex.: noventa por cento dos professores manifestaram-se), apesar de referirem que há a tendência de alguns falantes para a concordância no singular (ex.: noventa por cento dos professores manifestou-se). Nos casos em que a expressão numeral se encontra no singular, a concordância poderá ser realizada no singular (ex.: um por cento dos professores manifestou-se) ou no plural, com o núcleo nominal encaixado (ex.: um por cento dos professores manifestaram-se). Há, no entanto, casos, como indicam os mesmos autores, em que a alternância desta concordância não é de todo possível, sendo apenas correcta a concordância com o núcleo nominal que segue a expressão percentual (ex.: dez por cento do parque ardeu, mas não *dez por cento do parque arderam).

Face a esta problemática, o mais aconselhável será talvez realizar a concordância com o nome que se segue à expressão "por cento", visto que deste modo nunca incorrerá em erro (ex.: noventa por cento dos professores manifestaram-se, um por cento dos professores manifestaram-se, dez por cento da turma reprovou no exame, vinte por cento da floresta ardeu). De acordo com Evanildo Bechara, na sua Moderna Gramática Portuguesa (Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2002, p. 566), esta será também a tendência mais comum dos falantes de língua portuguesa.




“Daniel Sampaio visitou a escola que frequentara, mas constatou que tudo estava diferente, ainda que o espaço físico fosse o mesmo.”
Tenho algumas dúvidas na divisão e classificação das orações da frase acima e ainda nas funções sintácticas desempenhadas pelas seguintes palavras na mesma frase:
- a escola
- Daniel Sampaio
- tudo
- diferente
Será que me poderiam esclarecer?
A frase transcrita contém 5 orações: 1) Daniel Sampaio visitou a escola (oração subordinante); 2) que frequentara (oração subordinada adjectiva relativa restritiva); 3) mas constatou (oração coordenada adversativa); 4) que tudo estava diferente (oração subordinada substantiva integrante) e 5) ainda que o espaço físico fosse o mesmo (oração subordinada adverbial concessiva).
Relativamente às funções sintácticas, na oração “Daniel Sampaio visitou a escola que frequentara”, “Daniel Sampaio” desempenha a função de sujeito (é com essa expressão que o verbo concorda) e a “escola que frequentava” é o complemento directo (a expressão “a escola” é apenas uma parte do complemento directo). Na oração “que tudo estava diferente”, “tudo” desempenha a função de sujeito e “diferente” a função de predicativo do sujeito.
A nomenclatura da classificação das orações ou das funções sintácticas pode variar, mas esta é uma classificação possível.

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Palavra do dia

ta·ná·si·a ta·ná·si·a
(redução de atanásia)
substantivo feminino

[Botânica]   [Botânica]  Planta herbácea (Tanacetum vulgare) da família das compostas, de folhas penatífidas e flores pequenas amarelas. = ATANÁSIA, TANACETO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/abra%C3%A7o [consultado em 02-11-2018]