Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconióticopneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico | adj.
pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiosepneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose | s. f.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

pneu·mo·ul·tra·mi·cros·co·pi·cos·si·li·co·vul·ca·no·co·ni·ó·ti·co pneu·mo·ul·tra·mi·cros·co·pi·cos·si·li·co·vul·ca·no·co·ni·ó·ti·co
(pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconi[ose] + -ótico)
adjectivo
adjetivo

[Medicina]   [Medicina]  Relativo a pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose.


pneu·mo·ul·tra·mi·cros·co·pi·cos·si·li·co·vul·ca·no·co·ni·o·se |ó| pneu·mo·ul·tra·mi·cros·co·pi·cos·si·li·co·vul·ca·no·co·ni·o·se |ó|
(pneumo- + -ultra- + microscópico + latim silex, -icis, pedra, pedra vulcânica + latim vulcanus, -i, fogo + coniose)
substantivo feminino

[Medicina]   [Medicina]  Doença pulmonar causada pela inspiração de cinzas vulcânicas.

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Dúvidas linguísticas


Tenho curiosidade em saber, de uma vez por todas, qual a palavra mais correcta a usar: percentagem ou porcentagem?
A palavra percentagem, mais comum em Portugal do que no Brasil, tem origem no inglês percentage, enquanto a forma porcentagem, mais usual no Brasil, é formada por justaposição e sufixação da locução por cento. A palavra inglesa percentage deriva das palavras latinas per e centum, que estão também na origem dos portugueses por e cento. Tem sido discutida por alguns autores a preferência a dar a cada uma destas formas, mas a questão não parece consensual. Assim, o uso de qualquer uma destas palavras é perfeitamente aceitável, tanto mais que ambas se encontram registadas em dicionários de língua portuguesa. Alguns destes marcam a palavra porcentagem como brasileirismo, mas a análise da sua frequência em corpora e em motores de pesquisa da internet em sítios portugueses indica que, apesar de menos usada que no Brasil, a sua utilização por falantes portugueses é, ainda assim, significativa.

No que diz respeito aos derivados de percentagem/porcentagem também parece haver alguma ilogicidade no seu uso. Apesar de a variante porcentagem ser muito frequente no Brasil, o adjectivo percentual tem bastante mais frequência que porcentual (esta forma nem sequer se encontra registada nos mais recentes dicionários editados no Brasil, apesar de poder ser encontrada no Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras). Ora, parece natural que, se se der preferência à forma porcentagem num texto, se dê também preferência à forma correlata porcentual, o mesmo se aplicando a percentagem e percentual. Esta última é também correntemente usada como substantivo masculino, com o mesmo significado que percentagem/porcentagem, daí que possa persistir alguma indeterminação no uso de todas estas variantes.




Tenho uma dúvida com respeito a expressão "nada obstante". Ela é uma expressão de valor concessivo ou adversativo? Em que fontes bibliográficas os senhores me recomendariam pesquisar as definições de "nada obstante"?
Aparentemente, a locução "nada obstante" pode ser usada com os dois valores, adversativo e concessivo. O problema é conseguir distinguir quando se trata de um ou de outro, isto é, quando se trata de uma frase coordenada ou de uma frase subordinada.

A locução "nada obstante" (equivalente a "não obstante"), quando introduz uma frase coordenada é considerada uma locução conjuncional adversativa (ex.: eu estou satisfeito, nada obstante, penso que poderia fazer melhor). Quando introduz uma frase subordinada adverbial, a locução "nada obstante" é considerada uma locução conjuncional concessiva (ex.: penso que poderia fazer melhor, nada obstante eu estar satisfeito).
Teoricamente, são consideradas frases coordenadas aquelas que fazem parte de uma frase complexa e têm a mesma categoria ou a mesma função sintáctica, mas nenhuma relação de subordinação sintáctica entre si. São consideradas subordinadas adverbiais as frases que fazem parte de uma frase complexa e que desempenham a função sintáctica de modificador da frase ou do grupo verbal. Neste caso, poderá ajudar a substituição por outras conjunções ou locuções conjuncionais adversativas (ex.: eu estou satisfeito, mas penso que poderia fazer melhor) ou concessivas (ex.: penso que poderia fazer melhor, embora eu esteja satisfeito; penso que poderia fazer melhor, apesar de eu estar satisfeito), cuja distinção seja mais clara.

Na verdade, a ideia transmitida em ambos os casos é a mesma de oposição a algo, sendo que se valoriza o facto de o que se opõe não ser impeditivo ou não invalidar o que é dito. Aparentemente, só a expressão concessiva permite a anteposição: veja-se a diferença entre a anteposição da coordenada (*nada obstante/mas penso que poderia fazer melhor, eu estou satisfeito [o asterisco indica agramaticalidade]) e da subordinada (ex.: nada obstante/apesar de eu estar satisfeito, penso que poderia fazer melhor).

A distinção entre estas noções é muito ténue e as formulações raramente são claras e inequívocas, como se poderá ver ao consultar o Dicionário Terminológico, por exemplo, na diferença entre as frases coordenadas adversativas e as frases subordinadas concessivas.

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Palavra do dia

is·ca·ri·o·te is·ca·ri·o·te
([Judas] Iscariotes, antropónimo [discípulo de Cristo que o traiu])
substantivo masculino

1. [Informal]   [Informal]  Traidor ou falso amigo. = JUDAS

2. [Informal]   [Informal]  Trapaceiro, velhaco.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconitico [consultado em 19-04-2019]