PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    REBAIXES-TOS

    encastalho | n. m.

    Rebaixo (em que se adapta a saliência de outra peça)....


    humilhação | n. f.

    Ato ou efeito de humilhar ou humilhar-se....


    rebaixa | n. f.

    Ato de baixar o preço....


    rebaixamento | n. m.

    Ato ou efeito de rebaixar ou de se rebaixar....


    rebaixe | n. m.

    Ato ou efeito de rebaixar ou de se rebaixar....


    rebaixo | n. m.

    Ato ou efeito de rebaixar ou de se rebaixar....


    rebaixolice | n. f.

    Atitude, dito ou ato indecente ou perverso....


    entresseio | n. m.

    Cavidade ou rebaixo entre duas elevações....


    govete | n. m.

    Cepo de carpinteiro, com uma peça lateral móvel, para regular a parte da madeira em que se há de fazer rebaixamento....


    minivan | n. f.

    Veículo cujo espaço interior é organizado para poder ser utilizado para passageiros, geralmente até 7 ou 9 lugares, ou para carga, com rebaixamento dos bancos....


    derrotismo | n. m.

    Sentimento e estado de rebaixamento político e moral....


    partilha | n. f.

    Divisão de bens, de herança, de lucros, etc. em partes....


    monovolume | adj. 2 g. n. m.

    Diz-se de ou veículo cujo espaço interior é organizado para poder ser utilizado para passageiros, geralmente até 7 ou 9 lugares, ou para carga, com rebaixamento dos bancos....


    rebaixador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou quem rebaixa ou procura rebaixar....


    vulgívago | adj. n. m.

    Que ou quem se avilta ou se rebaixa....


    abaixar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Conduzir para baixo, fazer vir para baixo....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?