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    QUEIXAI-LHOS

    queixeiro | adj.

    Diz-se do dente do siso....


    queixudo | adj.

    Que tem grandes queixos....


    quérulo | adj.

    Que se queixa ou lamenta....


    Que tem acumulação de tecido gordo por baixo do queixo....


    álgico | adj.

    Relativo à dor (ex.: queixas álgicas)....


    geniano | adj.

    Relativo ao queixo (ex.: edema da região geniana esquerda)....


    Relativo ao nariz e à região do queixo (ex.: sulco nasogeniano)....


    almofacilha | n. f.

    Estopa que resguarda da barbela o queixo do cavalo....


    barbada | n. f.

    Beiço inferior do cavalo....


    didução | n. f.

    Movimento lateral do queixo inferior dos herbívoros ao mastigar e dos ruminantes ao ruminar....


    digástrico | adj. | n. m.

    Diz-se dos músculos formados por duas partes carnosas (ventrículos) ligadas por um tendão....


    sobarbada | n. f.

    Pancada ou golpe debaixo da barba....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
    Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
    Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.