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    Pesquisa nas Definições por:

    PRENDERA-VOS

    aferrado | adj.

    Preso com ferro, ancorado....


    boiado | adj.

    Diz-se do anzol, preso a linha comprida....


    Que não tem prendas, talento ou habilidade....


    Preso à armadilha chamada gangorra....


    pediculado | adj.

    Que tem pedículo ou está ligado ao pedículo....


    pegado | adj.

    Aglutinado, colado....


    preensor | adj.

    Que serve para a preensão....


    prendado | adj.

    Que recebeu prenda ou dádiva....


    represo | adj.

    Preso novamente; represado....


    irrealista | adj. 2 g.

    Que não corresponde à realidade ou não se prende ao real....


    Porque sou o mais forte; argumento do leão, numa fábula de Fedro, para se atribuir o primeiro quinhão da presa; aplica-se àquele que abusa da sua força e da sua autoridade....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?