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    Pesquisa nas Definições por:

    PERTENCIAM-LHOS

    anárico | adj.

    Diz-se das línguas que não pertencem à família árica....


    amniótico | adj.

    Que pertence ou é relativo ao âmnio ou membrana serosa que envolve o feto....


    apétalo | adj.

    Que não tem pétalas (ex.: flores apétalas)....


    auditivo | adj.

    Que pertence ao ouvido....


    bandeiro | adj.

    Que pertence a um bando....


    capetiano | adj.

    Que pertence à dinastia dos Capetos, da antiga França....


    cónico | adj.

    Que pertence a um cone ou que tem a forma de um cone....


    cumulativo | adj.

    Que se faz ou se exerce por acumulação....


    diante | adv. | prep.

    Defronte; em frente; à vista; em primeiro lugar; na sua presença....


    emulgente | adj. 2 g.

    Purificante; emulsionante....


    monogénio | adj.

    Diz-se dos animais que, pertencendo a classes diferentes, apresentam todavia grandes semelhanças....


    Que pertence por preferência ao senhorio direto (na enfiteuse)....


    provecto | adj.

    Que tem feito progresso (ex.: aluno provecto)....


    respeitante | adj. 2 g.

    Que pertence, que diz respeito....


    semitonado | adj.

    Que procede por meios-tons ou que pertence ao género cromático....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?