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    PERIGAVAM-TO

    incólume | adj. 2 g.

    Que não sofreu nada no perigo; são e salvo....


    salvante | adj. 2 g. | prep.

    Que salva, que tira de um risco ou perigo....


    salvo | adj. | prep.

    Livre de perigo, de risco, de doença, de incómodo, etc....


    comissivo | adj.

    Que resulta de uma ação voluntária....


    Despreza-se o protetor quando já não precisamos mais dele, o que equivale ao rifão: Só nos lembramos de Santa Bárbara quando troveja....


    Fórmula para exprimir o desejo de que algum perigo, mal ou calamidade que receamos não aconteça....


    livra | interj.

    Exprime advertência de perigo ou desafogo depois de passado um perigo....


    calamidade | n. f.

    Grande mal comum a muitos; acontecimento que causa danos, destruição ou morte a muita gente (ex.: a situação de seca generalizada é uma calamidade; prevenção de acidentes graves e calamidades)....


    dependura | n. f. | n. m.

    Ato de pendurar....


    escape | n. m. | adj. 2 g.

    Ato de escapar....


    escapo | adj. | n. m.

    Fora de perigo....


    proteção | n. f.

    Ato ou efeito de proteger ou de se proteger....


    sirte | n. f.

    Banco de areia movediça....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?