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    Pesquisa nas Definições por:

    OFERENDAIS-MAS

    altaragem | n. f.

    Direito sobre as oferendas da igreja....


    gazofilácio | n. m.

    Caixa ou cofre onde se recolhiam as oferendas para o culto (ex.: gazofilácio do Templo de Jerusalém)....


    oferenda | n. f.

    Oferta; oblação; oblata....


    suplício | n. m. | n. m. pl.

    Grave punição corporal ordenada por sentença....


    agalma | n. m.

    Adorno, enfeite, ornato....


    oblação | n. f.

    Ato de oferecer a Deus ou aos santos....


    oblata | n. f.

    Coisa oferecida a Deus ou aos santos....


    paelha | n. f.

    Prato, de origem espanhola, composto de arroz com açafrão e legumes, cozinhado geralmente com carne, peixe ou marisco....


    donaire | n. m.

    Elegância no andar, nos gestos ou na maneira de ser....


    teoria | n. f.

    Parte especulativa de uma ciência (em oposição à prática)....


    anátema | n. m. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Excomunhão com execração....


    ebó | n. m.

    Sacrifício ou oferenda a um orixá....


    voto | n. m.

    Sufrágio ou manifestação da opinião individual a respeito de alguma pessoa ou de alguma coisa que queremos ou que não queremos que seja eleita ou posta em vigor....


    bodo | n. m.

    Distribuição solene de alimentos, e, por extensão, de dinheiro e roupas, a necessitados....


    coéfera | n. f.

    Mulher que, entre os antigos gregos, levava oferendas destinadas aos mortos....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?