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    GRADAVAM-LHOS

    bagado | adj.

    Que tem muita baga....


    pultrudado | adj.

    Que foi obtido por pultrusão (ex.: fibra pultrudada; grade pultrudada)....


    furta-cor | adj. 2 g. 2 núm. | n. m.

    Que muda gradualmente de cor ou parece mudar gradualmente de cor....


    falido | adj. | n. m.

    Que faliu; falho; pouco grado....


    Dispositivo que contém grades ou rede, usado para criar um espaço protegido para crianças pequenas....


    crescendo | n. m.

    Aumento progressivo e geral....


    engradado | adj. | n. m.

    Que se engradou....


    girão | n. m.

    Retalho de pano....


    rastrilho | n. m.

    Grade de ferro armada de grossas puas que intercetava o passo entre a ponte levadiça e a porta da fortaleza....


    rodapé | n. m.

    Espécie de cortina que cobre o âmbito da cama até ao chão....


    rótulo | n. m.

    Impresso que identifica o conteúdo, as características ou a composição de um produto ou outras informações complementares....


    terendeira | n. f.

    Grade suspensa da trave onde se colocam os pães de centeio....


    trilho | n. m.

    Estrado ou cilindro de madeira com dentes de ferro, geralmente puxado por gado, com que se debulham os cereais na eira....


    mata-vacas | n. m. 2 núm.

    Grade usada na parte da frente de algumas viaturas, geralmente com tração às quatro rodas. (Equivalente no português do Brasil: quebra-mato.)...



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?