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    Pesquisa nas Definições por:

    FASQUIASTE-LHOS

    alizar | n. m.

    Guarnição de madeira que cobre as ombreiras das portas e janelas....


    mancebo | n. m. | adj.

    Homem muito moço; rapaz....


    corra | n. f.

    Corda de esparto....


    fasquiado | n. m. | adj.

    Obra de fasquia....


    fasquio | n. m.

    Porção de fasquias....


    vergancha | n. f.

    Verga larga em fasquias para fazer gigos e canastras....


    tensa | n. f.

    Fasquia que se tira de uma peça de madeira que se quer estreitar....


    fasquiar | v. tr.

    Serrar em fasquias....


    fasquia | n. f.

    Tira comprida e estreita de madeira....


    sarrafo | n. m.

    Tira de madeira comprida e estreita....


    aduela | n. f.

    Lanço ou fiada interior das pedras de um arco ou de uma abóbada....


    gelosia | n. f.

    Grade de fasquias de madeira ou outro material que se coloca no vão de janelas ou portas, para proteger da luz e do calor, e através da qual se pode ver sem ser visto....


    ripeira | n. f.

    Ripa; fasquia; sarrafo....


    ripa | n. f.

    Tira comprida e estreita de madeira....


    aba | n. f. | n. f. pl.

    Parte acessória da coisa a que está aderente....


    pinázio | n. m.

    Cada uma das pequenas fasquias que nos caixilhos das portas ou janelas serve para segurar os vidros e separá-los uns dos outros....


    salto | n. m.

    Ato ou efeito de saltar....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.