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    Pesquisa nas Definições por:

    Embotando-A

    denteira | n. f.

    Embotamento dos dentes....


    embotadeira | n. f.

    Meia que se calça por baixo da bota de água....


    hebetismo | n. m.

    Desenvolvimento reduzido das capacidades intelectuais....


    hemodia | n. f.

    Embotamento dos dentes acompanhado de rangido e sabor ácido....


    desafiado | adj. n. m. | adj.

    Que ou aquele que foi provocado a duelo....


    pontiagudo | adj.

    Que termina em ponta fina ou aguda (ex.: focinho pontiagudo; folhas pontiagudas)....


    embotado | adj.

    Que não tem terminação fina ou cujo gume não está a amolado....


    afiado | adj.

    Que tem fio ou gume fino ou bem amolado....


    botar | v. tr.

    Tornar boto ou rombo; tirar o gume de....


    cegar | v. tr. e intr. | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e pron. | v. tr.

    Tirar ou perder a visão; tornar ou ficar cego (ex.: foi um acidente que o cegou; com a evolução da diabetes, acabou por cegar)....


    desafiar | v. tr. | v. intr.

    Reptar; chamar a desafio....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?