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    EXECUTASSEM-TOS

    amabile | adv.

    Diz-se do andamento musical executado com suavidade e doçura....


    Que promove ou é tendente a promover execução....


    exequível | adj. 2 g.

    Que pode ser executado ou cumprido....


    fedífrago | adj.

    Que quebra ou não cumpre um tratado ou uma aliança; que não executa um compromisso....


    feliz | adj. 2 g.

    Que tem ou revela felicidade, contentamento....


    Que tem má apresentação ou que não foi bem executado....


    mediato | adj.

    Que não toca, não se aproxima ou não se executa diretamente (por haver outro de permeio)....


    preciso | adj.

    Que faz falta (ex.: fez uma lista de tudo o que era preciso para a viagem)....


    timorato | adj.

    Que teme errar, que receia ofender, que não se atreve a atuar ou a executar....


    exequendo | adj.

    Que está a ser executado (ex.: sentença exequenda)....


    Que tem má apresentação ou que não foi bem executado (ex.: refeição malpreparada)....


    Que está vestido de forma deselegante ou atabalhoada....


    Relativo a comitologia ou ao conjunto de procedimentos através dos quais a Comissão Europeia executa a legislação da União Europeia, nomeadamente através da consulta de comités de representantes dos países da União Europeia....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?