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    ESMAGAVAM-NOS

    contundente | adj. 2 g.

    Que pode provocar lesão ou contusão pela pressão exercida numa parte do corpo, batendo ou chocando (ex.: arma contundente; instrumento contundente; pancada contundente)....


    contrito | adj.

    Cheio de arrependimento ou pena....


    basiotripsia | n. f.

    Esmagamento da cabeça do feto encravado e extração forçada deste....


    histotripsia | n. f.

    Esmagamento cirúrgico dos tecidos....


    opressão | n. f.

    Ato ou efeito de oprimir....


    pilão | n. m.

    Peça usada para triturar o conteúdo de um almofariz (ex.: envolva a massa num pano e bata com um pilão)....


    pisto | n. m.

    Guisado de pimentos e tomates assados, cebola, temperos vários e outros alimentos, como carne, partidos aos pedaços (ex.: pisto manchego; pisto de galinha)....


    apisto | n. m.

    Alimento líquido ou triturado que se dá aos doentes....


    contrição | n. f.

    Dor profunda por ter cometido pecado....


    pisa | n. f.

    Ato de pisar....


    mexelhote | n. m.

    Utensílio de madeira, com uma extremidade dentada, usado para esmagar e mexer os ingredientes da poncha madeirense....


    caralhinho | n. m.

    Utensílio de madeira, com uma extremidade dentada, usado para esmagar e mexer os ingredientes da poncha madeirense....


    balichão | n. m.

    Molho típico da cozinha macaense, feito com camarão esmagado e temperos....


    esmagador | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Que ou aquele que esmaga....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.