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    Pesquisa nas Definições por:

    ENFADAREMOS

    araiané | interj.

    Expressão designativa de enfado causado pela repetição enfadonha de uma notícia há muito sabida....


    fu | interj.

    Exprime enfado, nojo, desprezo....


    maçudo | adj.

    Que tem forma de maça....


    puh | interj.

    Designativa de enfado, de aborrecimento ou de indignação....


    beleza | n. f. | interj.

    Perfeição agradável à vista e que cativa o espírito; qualidade do que é belo....


    amuo | n. m.

    Manifestação de enfado, de ressentimento ou de mau humor que se revela por gestos e palavras bruscos, por um silêncio obstinado ou por evitar contacto visual....


    enfado | n. m.

    Sentimento desagradável proveniente de desgosto ou contrariedade....


    enojo | n. m.

    Nojo, náuseas....


    tédio | n. m.

    Estado ou sensação vaga de desprazer e até de certa repugnância....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?