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    EMOLDURAMOS

    artesoar | v. tr.

    Guarnecer de artesões ou de lavores emoldurados, geralmente em tetos ou abóbadas....


    artesonar | v. tr.

    Guarnecer de artesões ou lavores emoldurados, geralmente em tetos ou abóbadas....


    desenquadrar | v. tr. | v. pron.

    Tirar do quadro ou da moldura....


    emoldar | v. tr.

    Amoldar; moldar; emoldurar....


    emoldurar | v. tr.

    Encaixilhar; pôr moldura a; meter em moldura....


    enquadrar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Pôr em quadro....


    moldurar | v. tr.

    Guarnecer com molduras; emoldurar....


    emoldurante | adj. 2 g.

    Que emoldura ou que serve para emoldurar....


    quadro | n. m. | adj.

    Qualquer espaço circundado por quatro lados iguais ou pouco diferentes....


    espelho | n. m.

    Objeto de vidro ou de metal polido que reproduz nitidamente as imagens que o defrontam....


    emoldurador | adj. n. m. | adj.

    Que ou quem coloca, faz ou vende molduras (ex.: artista emoldurador; ofício de emoldurador)....


    moldurador | adj.

    Que é usado para fazer molduras....


    painel | n. m.

    Quadro pintado....


    artesão | n. m.

    Lavor emoldurado, geralmente em parede, teto ou abóbada....


    artesoado | n. m. | adj.

    Conjunto de adornos de artesões ou de lavores emoldurados....


    portal | n. m. | adj. 2 g.

    Porta grande e principal de um edifício....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?