PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    Descansa-To

    inexausto | adj.

    Que não está exaurido....


    resfolgado | adj.

    Que já descansou; que retomou fôlego....


    repousante | adj. 2 g.

    Que proporciona repouso, descanso ou tranquilidade....


    intrajornada | adj. 2 g. 2 núm.

    Que se realiza na mesma jornada, em geral uma jornada de trabalho (ex.: intervalo intrajornada para descanso e alimentação)....


    dormido | adj.

    Que dormiu ou adormeceu....


    Palavras da liturgia cristã que se cantam no ofício dos mortos e que se gravam nas lápides tumulares....


    Que descansa ou ajuda a descansar (ex.: penumbra descansativa; noites descansativa)....


    alqueive | n. m.

    Terra que se lavra e se deixa em pousio, para que descanse....


    encalho | n. m.

    Lugar onde o navio encalha....


    escabelo | n. m.

    Banco comprido e largo, constituindo ao mesmo tempo uma caixa, e com uma tábua de encosto a todo o comprimento....


    mochaco | n. m.

    Espécie de cambão em que descansa o cabeçalho do carro....


    relego | n. m.

    Descanso, sossego, pausa, tranquilidade....


    repositório | adj. | n. m.

    Que serve para guardar ou conservar medicamentos....


    réquie | n. f.

    Parte do ofício de defuntos que começa pela palavra latim "requiem"....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?