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    Pesquisa nas Definições por:

    Contendei-Lhas

    debate | n. m.

    Discussão em que os discutidores procuram trazer os assistentes à sua opinião....


    jurisdição | n. f.

    Faculdade ou poder legal de aplicar as leis e a justiça....


    adevão | adj. | n. m.

    Valente, corajoso....


    briga | n. f.

    Disputa acompanhada de confronto físico de parte a parte (ex.: briga de rua)....


    cocote | n. f.

    Mulher considerada mundana....


    combate | n. m.

    Ação de troços de exército ou armadas beligerantes....


    duelo | n. m.

    Combate premeditado entre dois adversários, com armas iguais....


    rixa | n. f.

    Contenda ou disputa, acompanhada de injúrias e de pancadas....


    retesia | n. f.

    Disputa; rixa; desordem; contenda....


    cubanga | n. f.

    Briga, contenda....


    contenda | n. f.

    Questão; disputa; contenção....


    O facto de um Estado intervir nas contendas ou lutas de outro Estado....


    litígio | n. m.

    Ação entregue em tribunal....


    pleito | n. m.

    Demanda, litígio, questão judicial....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?