PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    COMPROVASTES-LHO

    De maneira que carece de comprovação ou confirmação (ex.: o indivíduo está alegadamente ligado ao tráfico de estupefacientes)....


    De modo pericial (ex.: comprovação feita pericialmente)....


    Que não se comprovou (ex.: o conteúdo da reportagem é absurdo e incomprovado)....


    cave canem | loc.

    Inscrição gravada nos umbrais das casas romanas, e comprovada num mosaico pompeiano, que alerta para a presença de um cão de guarda....


    cheque | n. m.

    Documento que representa uma ordem de pagamento à vista sobre casa onde se tem valores....


    prova | n. f.

    O que serve para estabelecer a verdade de um facto ou de asserção....


    nicho | n. m.

    Cavidade aberta em parede para colocação de imagem, vaso ou outros objetos (ex.: fachada decorada com arcos e nichos; duche com nicho de arrumação)....


    controlo | n. m.

    Vigilância, exame minucioso....


    controle | n. m.

    Vigilância, exame minucioso....


    comprovante | adj. 2 g. | n. m.

    Que comprova (ex.: certidão comprovante)....


    comprovativo | adj. | n. m.

    Que comprova (ex.: declaração comprovativa)....


    documentário | adj. | n. m. | adj. n. m.

    Relativo a documentos....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?