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    CEVASTES-VOS

    cevadiço | adj.

    Bom para cevar ou engordar....


    cevador | n. m.

    Encarregado da ceva dos animais....


    cevão | n. m.

    Porco que está na ceva....


    ceveiro | n. m.

    Lugar onde se põe ceva para a caça....


    cevo | n. m.

    Isca (para caça ou pesca)....


    larego | n. m.

    Pequeno porco, entre leitão e cevado....


    molha | n. f.

    Grãos de cevada que os rapazes juntam no chapéu e daí os comem por ordem de precedência....


    molhagem | n. f.

    Imersão da cevada em água (para o fabrico da cerveja)....


    Jogo tradicional em que os elementos de uma equipa se dispõem em fila, com o corpo dobrado para a frente e para baixo, mãos apoiadas no parceiro da frente, enquanto os elementos da equipa adversária saltam um de cada vez, de pernas abertas, impulsionando-se com as mãos sobre as costas dos que estão curvados, tentando permanecer equilibrados até que todos os membros da sua equipa saltem....


    carranha | n. f.

    Muco empastado nas fossas nasais....


    cochino | n. m.

    Porco não cevado....


    ferrejo | n. m.

    Cevada ou centeio colhidos verdes, antes de espigarem, para pasto dos animais....


    germinadouro | n. m.

    Local em que se faz germinar a cevada para o fabrico da cerveja....


    orchata | n. f.

    Refresco feito com pevides de melancia, água e açúcar....


    magret | n. m.

    Peito de pato ou de ganso, geralmente cevado através de gavagem, cozinhado e normalmente servido às fatias (ex.: magret de pato)....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?