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    Pesquisa nas Definições por:

    CASTRAVAM-MA

    coado | adj.

    Fundido....


    inesiano | adj.

    Relativo a Inês de Castro....


    touruno | adj.

    Diz-se do boi mal castrado e, por extensão, do cavalo nas mesmas condições....


    colhudo | adj.

    Que tem testículos grandes....


    abcisão | n. f.

    Corte, excisão de uma parte mais mole do corpo....


    barrasco | n. m.

    Porco não castrado destinado a reprodução....


    chibarro | n. m.

    Pequeno bode castrado....


    tronco | n. m. | adj.

    Parte da árvore compreendida entre a raiz e os primeiros ramos ou pernadas....


    castrado | n. m.

    O que sofreu castração....


    castrejo | adj. | n. m.

    Referente a castro....


    castrelo | n. m.

    Lugar elevado e fortificado; pequeno castro....


    castro | n. m.

    Castelo ou fortificação de origem romana ou pré-romana....


    cresto | n. m.

    Chibo castrado aos oito dias de idade....


    berrão | n. m.

    Porco não castrado, destinado à reprodução....


    boiote | n. m.

    Boi novo; bezerro castrado....


    capação | n. f.

    Ato de capar ou cortar os rebentos das plantas....


    capadeiro | adj. | n. m.

    Que está em idade de ser castrado....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?