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    Pesquisa nas Definições por:

    CANELOU-TOS

    encharcada | n. f.

    Espécie de pudim cremoso feito à base de ovos, açúcar e canela....


    melícia | n. f.

    Morcela doce, feita com miolo de amêndoa moído, mel, açúcar, pão, canela e outras especiarias....


    mistela | n. f.

    Bebida composta de vinho, água, açúcar e canela....


    boleima | n. f. | n. 2 g.

    Bolo grosseiro....


    castanha | n. f.

    Fruto do castanheiro....


    espolete | n. m.

    Varinha de arame em que gira a canela, dentro da lançadeira do tear....


    canelão | n. m. | adj.

    Pancada na canela....


    canelura | n. f.

    Estria no caule de certas plantas....


    chuto | n. m.

    Pontapé ou impulso forte com o pé na bola (ex.: concluiu a jogada com um chuto potente, sem hipóteses para o guarda-redes)....


    cornetola | n. f.

    Pedaço de canela de boi empregado num antigo jogo praticado geralmente por rapazes....


    canilha | n. f.

    Canudo em que se enrola o fio na lançadeira....


    quentão | n. m.

    Bebida quente, feita de aguardente de cana ou vinho fervidos com gengibre, canela ou outras especiarias e açúcar....


    raivinha | n. f. | n. f. pl.

    Desapontamento, desgosto....


    charcada | n. f.

    Espécie de pudim cremoso feito à base de ovos, açúcar e canela....


    cabaz | n. m.

    Cesto de junco, verga, cana, etc., geralmente com tampa e asa arqueada....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?