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    Pesquisa nas Definições por:

    ARRAZOA-TOS

    dixi | interj.

    Fórmula com que se dá por concluído um discurso, um arrazoado, etc....


    arrazoado | n. m. | adj.

    Discurso que impugna ou defende....


    enigma | n. m.

    Descrição obscura ou ambígua, mas verdadeira, que se faz de uma coisa, para que outrem diga o nome dessa coisa....


    razoado | adj. | n. m.

    Razoável....


    parouvela | n. f.

    Palavreado; arrazoado; parola....


    rábula | n. m. | n. f.

    Advogado chicaneiro ou trapaceiro....


    arrazoar | v. tr. | v. intr.

    Fundamentar com razões....


    razoar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Fazer um raciocínio sobre algo....


    razão | n. f. | n. m. | n. f. pl.

    O conjunto das faculdades intelectuais....


    argumento | n. m.

    Raciocínio de que se tira consequência....


    dizer | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr. | v. pron. | n. m.

    Exprimir por meio de palavras, por escrito ou por sinais (ex.: dizer olá)....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.