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    APARTAM-SE-LHOS

    alongado | adj.

    Que é longo, comprido (ex.: silhueta alongada)....


    recolhido | adj.

    Que se obteve ou recebeu; arrecadado....


    sáfaro | adj.

    Bravio; esquivo; difícil de amansar....


    semoto | adj.

    Que está longe....


    mobilado | adj.

    Que tem mobília (ex.: apartamento mobilado)....


    mobiliado | adj.

    Que tem mobília (ex.: apartamento mobiliado)....


    Que está parcialmente equipado com mobília (ex.: apartamento semimobiliado)....


    Que está parcialmente equipado com mobília (ex.: apartamento semimobilado)....


    supernovo | adj.

    Que é muito novo (ex.: apartamento supernovo)....


    vago | adj.

    Não ocupado (ex.: lugares vagos)....


    bandó | n. m.

    Cada uma das duas porções de cabelo que, na cabeça, se apartam por meio de risca e se enrolam ou assentam sobre os temporais (ex.: tinha o cabelo dividido em dois bandós)....


    condómino | n. m.

    Aquele que, com outrem, tem parte numa propriedade....


    kitchenette | n. f.

    Pequena cozinha, geralmente instalada na sala ou no quarto de um apartamento....


    apê | n. m.

    Unidade residencial de um prédio, composta por uma ou mais divisões....


    hotel | n. m.

    Estabelecimento comercial que aluga quartos ou apartamentos mobilados por um preço diário....


    apartamento | n. m.

    Unidade residencial de um prédio, composta por uma ou mais divisões....


    penthouse | n. f.

    Apartamento que corresponde ao último andar de um edifício, geralmente dotado de terraço e de vista panorâmica....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?