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    Pesquisa nas Definições por:

    APAIXONES-LHO

    derretido | adj.

    Enamorado, babadinho, muito apaixonado....


    férvido | adj.

    Ardente; fervoroso, veemente; apaixonado; impaciente; fogoso....


    gamado | adj.

    Que se gamou....


    amante | adj. 2 g. | n. 2 g. | n. m.

    Que ama alguém....


    galomania | n. f.

    Admiração apaixonada pela França....


    requebro | n. m.

    Movimento lascivo, sensual....


    assecla | n. m.

    Defensor ou seguidor apaixonado (ex.: desprezava o dirigente e seus asseclas)....


    apaixonado | adj. | n. m.

    Dominado por paixão....


    estoicismo | n. m.

    Doutrina que aconselha a indiferença e o desprezo pelos males físicos e morais e a insensibilidade perante quanto pode apaixonar ou afetar....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?