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    AMARASTE-MOS

    amarado | adj.

    Que se fez ao mar....


    Que é muito amargo ou muito amaro....


    amaragem | n. f.

    Ato de amarar (falando de hidroaviões)....


    amarugem | n. f.

    Sabor um tanto amargo....


    amarense | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ou pertencente ao concelho português de Amares, no distrito de Braga....


    assamara | n. f.

    Crosta de gosto amargo dos preparados assados ou torrados....


    amarar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Afastar para o mar largo....


    amerissar | v. intr.

    Descer e pousar no mar....


    simaruba | n. f.

    Designação comum às plantas do género Simaruba, da família das simarubáceas, de casca e raízes medicinais....


    amaral | n. m.

    Casta de uva tinta....


    quássia | n. f.

    Designação comum às plantas do género Quassia, da família das simarubáceas....


    marupá | n. m.

    Planta arbórea (Quassia amara), da família das simarubáceas, com folhas compostas e flores tubulosas vermelhas, cuja casca tem propriedades medicinais e insetífugas, encontrada na Guiana e nas Antilhas....


    marubá | n. m.

    Planta arbórea (Quassia amara), da família das simarubáceas, com folhas compostas e flores tubulosas vermelhas, cuja casca tem propriedades medicinais e insetífugas, encontrada na Guiana e nas Antilhas....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?