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    Pesquisa nas Definições por:

    AFUGENTASSES-TAS

    Que afugenta o demónio ou as suas tentações....


    ignífugo | adj.

    Que serve para evitar incêndios....


    nubífugo | adj.

    Que afugenta ou desfaz nuvens....


    exorcismo | n. m.

    Orações e cerimónias do prelado ou do sacerdote para ordenar ao demónio que deixe o possesso....


    mosquiteiro | adj. | n. m.

    Relativo a mosquitos ou moscas (ex.: janela com tela mosquiteira)....


    rezadeira | n. f.

    Mulher que faz rezas ou deita cartas para prever o futuro e afugentar males....


    fumífugo | adj. | n. m.

    Que afugenta o fumo....


    amorar | v. tr. | v. pron.

    Dar a cor de amora a....


    desterrar | v. tr. | v. pron.

    Expulsar da terra da residência (para lugar determinado ou para além de certa distância)....


    enxotar | v. tr.

    Afugentar, empurrando, batendo ou vozeando (especialmente cães, aves, gado)....


    espantar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Causar ou sentir impressão forte originada por coisa inesperada e repentina (ex.: o prestidigitador espantara a audiência; espantou-se quando viu o mar pela primeira vez)....


    fugar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Pôr em fuga....


    xotar | v. tr.

    Afugentar ou expulsar, especialmente animais....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?