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    AERARMOS-VOS

    Primeiro verso da trigésima e última ode do Livro III das Odes de Horácio, em que o poeta, consciente do valor da sua obra, promete-lhe e a si próprio a imortalidade....


    aeração | n. f.

    Ato ou efeito de aerar....


    aeragem | n. f.

    O mesmo que aeração....


    aerador | adj. n. m.

    Que ou o que faz aeração....


    aeroduto | n. f.

    Conduta de ventilação ou de ar condicionado....


    aerar | v. tr.

    Expor ao ar (ex.: o silo permite aerar os grãos)....


    desaerar | v. tr.

    Remover o ar de (ex.: desaerar o tanque)....


    era | n. f.

    Época fixa que serve de ponto de partida para a contagem dos anos....


    São palavras de Horácio, falando dos seus próprios versos....


    heliporto | n. m.

    Superfície e conjunto de instalações destinadas à aterragem e descolagem de helicópteros....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?