Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (DPLP) é um dicionário de português contemporâneo com cerca de 133 000 entradas lexicais, incluindo locuções e fraseologias, cuja nomenclatura compreende o vocabulário geral e os termos mais comuns das principais áreas científicas e técnicas. O dicionário contém sinónimossinônimos e antónimos antônimos por acepçãoaceçãoacepção e permite ainda a conjugação verbal. É também possível consultar informação sobre a origem da maioria das palavras e indicações de pronúncia.

O DPLP permite a consulta de acordo com a norma do português europeu ou de acordo com a do português do Brasil, com ou sem as alterações gráficas previstas pelo Acordo Ortográfico de 1990. Para informações pormenorizadas, deverá aceder à secção Como consultar. Quaisquer sugestões ou correcçõescorreçõescorreções devem ser enviadas para dicionario@priberam.pt.

A presente versão do DPLP foi adaptada às novas tecnologias Web e reformulada para facilitar o acesso a partir de qualquer tipo de dispositivos - desktop, tablet e mobile. Para além das mudanças em termos de tecnologia, apresenta também mudanças visuais, para facilitar a leitura e a compreensão do dicionário, e conteúdo adicional, como, por exemplo, a visualização de anagramas, palavras relacionadas, divisão silábica, imagens ilustrativas das acepçõesaceçõesacepções e dúvidas linguísticas.

A Priberam agradece o envio de comentários para dicionario@priberam.pt.

Boas consultas!

O Ano em Palavras

"O Ano em Palavras" apresenta algumas das palavras mais pesquisadas ao longo do ano no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa que reflectemrefletemrefletem alguns dos principais acontecimentos portugueses e internacionais. Este ano, em parceria com a agência de notícias Lusa, mostramos as notícias que levaram os mais curiosos a fazer pesquisas no Dicionário Priberam. As palavras são apresentadas cronologicamente, de Janeirojaneirojaneiro a Dezembrodezembrodezembro, com uma fotografia, permitindo um retrato rápido do ano de 2017.

 

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Dúvidas linguísticas


Se escreve caçapa ou cassapa?
Apenas a forma caçapa se encontra registada em dicionários e vocabulários de língua portuguesa, como o Dicionário Houaiss ou o Dicionário Aurélio, com o significado “bolsa onde caem as bolas na mesa de bilhar inglês” (conhecido no Brasil como sinuca) e “rede de cesto de basquetebol”.



Se, de fato, o novo acordo ortográfico dos países de língua portuguesa começar a vigorar, no qual será extinto o trema (¨), como saberemos a pronúncia correta do "QUE" em certa palavras como seqüestro, onde o "U" é pronunciado, e querida, onde não é.
A ortografia é um conjunto de regras convencionadas, e, como tal, é artificial e às vezes “pouco amiga do utilizador”. O mais das vezes, é o utilizador da língua que mais lê e mais consulta obras de referência, como dicionários, prontuários e afins, que melhor conhece essas regras e que melhor escreve. No caso do trema, a sua utilização parece resolver alguns problemas, mas pode criar outros, sobretudo na aprendizagem da pronúncia a partir da escrita.

Sendo o trema um sinal ortográfico convencionado para assinalar que uma vogal não forma ditongo com outra vogal que está imediatamente antes ou depois, no português do Brasil, este sinal usa-se apenas sobre o -u- nos grupos de letras güe, güi, qüe ou qüi, para indicar que o -u- é também lido (se o -u- for tónico, em vez de um trema usa-se um acento agudo, ex.: averigúe). Mas esta regra cria também casos em que há várias grafias possíveis (como nas grafias de sangüinário/sanguinário), quando há pronúncias alternativas possíveis, o que pode criar dúvidas nos falantes.

A abolição do trema com a entrada em vigor do novo acordo ortográfico será uma questão de habituação, como para muitas outras convenções ortográficas (por exemplo, em 1945 em Portugal e em 1971 no Brasil, a abolição de distinção ortográfica com acento circunflexo diferencial em palavras como acerto [verbo] / acêrto [substantivo]), pois os utilizadores da língua ou já conhecem as palavras ou consultam obras de referência (recorde-se que o trema no português de Portugal foi instituído em 1920 e suprimido em 1945, excepto em nomes estrangeiros e seus derivados, e que isso não constringe os falantes).

Esta reflexão é particularmente pertinente se tivermos em conta que no português do Brasil, em 1971, o trema já havia sido abolido nos hiatos átonos, onde tinha a mesma função de assinalar que uma vogal não forma ditongo com a anterior. Por exemplo, em agauchar, arcaizante, juizinho, paraibano, proibição, reunião, sauval, viuvez, entre muitas outras palavras, estamos perante hiatos (isto é, grupos de duas vogais que não formam ditongo, logo pertencem a sílabas diferentes), grafados sem trema, para cuja correcta pronúncia (do ponto de vista etimológico, pelo menos) será necessário conhecer a palavra ou a sua etimologia (ex.: agauchar < gcho), consultar um dicionário que tenha essa informação (por exemplo, o Dicionário Houaiss ou o Dicionário Aurélio têm pequenas indicações de ortoépia) ou perguntar a quem sabe (que é o que fazem geralmente as crianças ou os estudantes de português).

Palavra do dia

tar·ma·ca·da·me tar·ma·ca·da·me
(inglês tar, alcatrão + macadame)
substantivo masculino

Material destinado ao revestimento das calçadas e formado por pedras britadas envolvidas numa emulsão de alcatrão.

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Mais pesquisadas do dia

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://dicionario.priberam.org/default.aspx [consultado em 12-12-2018]